Estudo avalia novos biocombustíveis no diesel e na gasolina em ônibus
Pesquisa liderada pelo Instituto Nacional de Tecnologia testa teores de biodiesel e etanol para ampliar fontes renováveis no transporte sem prejuízos aos veículos

O Instituto Nacional de Tecnologia (INT), órgão vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), participa de um estudo técnico em parceria com o Ministério de Minas e Energia (MME) para avaliar a ampliação do uso de biodiesel e etanol nos combustíveis brasileiros. A pesquisa testa misturas avançadas em ônibus urbanos para verificar o desempenho e a compatibilidade dos componentes automotivos.
Continua depois da publicidade
O trabalho examina as misturas conhecidas como B20 (composta por 20% de biodiesel e 80% de óleo diesel fóssil) e B25 (com 25% de biodiesel). O objetivo principal é reduzir a quantidade de combustível fóssil por litro, diminuindo as emissões de poluentes e a dependência do petróleo.
Os testes acompanham veículos pesados em condições reais de circulação urbana. Desse modo, os técnicos conseguem monitorar o consumo, a potência do motor, a eficiência e a vida útil dos filtros de combustível.
Além do diesel, a pesquisa analisa a E35, uma mistura formada por 35% de etanol e 65% de gasolina. O monitoramento verifica a reação de peças e componentes automotivos que entram em contato direto com os novos combustíveis.
Continua depois da publicidade
A iniciativa integra uma rede de pesquisa coordenada pelo Centro de Pesquisas e Análises Tecnológicas da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), reunindo diversas instituições científicas e tecnológicas do país.
Fique por dentro das últimas
notícias
