Bastidores de Brasília

Lula aposta em discurso para mulheres e segurança na reta final da campanha

Presidente pretende reforçar pautas sociais e propostas de combate à criminalidade; agenda inclui compromissos no Nordeste e no Sudeste

2 min

29/09/2026 10:42 • Atualizado há 18 dias

Lula aposta em discurso para mulheres e segurança na reta final da campanha

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) intensifica, na última semana de campanha, o discurso voltado às mulheres e à segurança pública, duas pautas consideradas prioritárias pelos petistas na disputa eleitoral.

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A estratégia é reforçar as políticas sociais do governo, ampliar o diálogo com o eleitorado feminino e apresentar propostas para enfrentar a criminalidade, em um momento de mobilização para o primeiro turno.

Na agenda voltada às mulheres, Lula deve destacar medidas como a igualdade salarial, o combate à violência doméstica e a ampliação de políticas de cuidado. O presidente também tem associado o discurso à defesa do fim da escala 6x1, sob o argumento de que a redução da jornada de trabalho pode garantir mais tempo para a família e para a vida pessoal.

Na segurança pública, a campanha pretende dar visibilidade às propostas previstas no programa de governo, entre elas a criação de um Ministério da Segurança Pública e o repasse de recursos federais para estados e municípios. O tema é considerado estratégico para ampliar o diálogo com o eleitorado de centro e também tem sido explorado pelos adversários, que defendem diferentes abordagens para o enfrentamento do crime organizado.

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Depois de cumprir agenda em Belém nesta segunda-feira (28), Lula terá compromissos em Fortaleza e Salvador nesta terça-feira (29). Na sequência, deve concentrar os últimos dias de campanha no Sudeste, com passagens previstas por Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. A programação também busca fortalecer candidaturas aliadas e ampliar o diálogo com eleitores indecisos.

Lula também afirmou a coordenadores de campanha que não deve participar do debate da TV Globo, marcado para esta quinta-feira (1º). A ausência deve abrir espaço para que o presidente concentre os últimos dias da disputa em agendas de rua e compromissos voltados à mobilização de sua base eleitoral.

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