Censura imposta por Nunes Marques é ode a Alexandre de Moraes
Andreazza critica decisão de Nunes Marques e aponta aval do STF a medidas que relativizam a liberdade de expressão
O âncora e colunista da BandNews FM Carlos Andreazza classifica a derrubada do canal “Exército do Lula”, no WhatsApp, como um ato de censura, mas afirma que a decisão do ministro Nunes Marques, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), tem como base uma jurisprudência construída pela Corte desde 2019, com auge em 2022, sob o comando de Alexandre de Moraes. Para Andreazza, o Supremo Tribunal Federal (STF) chancelou esse conjunto de decisões que relativiza a liberdade de expressão.
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Andreazza também aponta um conflito de competências no TSE, após o corregedor Ricardo Cueva tomar uma decisão que afeta a eficácia da medida de Nunes Marques. O colunista critica a possibilidade de escolha do juiz responsável pelo caso e afirma que a disputa entre decisões individuais dos ministros contribui para um cenário de insegurança jurídica.
Para Carlos Andreazza, a derrubada integral do canal é absurda, mas as condições para esse tipo de medida foram criadas pelo próprio Judiciário. O comentarista avalia que o cenário é preocupante e prevê novos episódios de disputa judicial e restrições a conteúdos nas redes sociais até o fim da campanha eleitoral.
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