Comércio entre Brasil e Azerbaijão bate recorde e países negociam novos acordos
O comércio entre Brasil e Azerbaijão ultrapassou US$ 300 milhões no ano passado, alcançando o maior volume da história da relação entre os dois países. O

O comércio entre Brasil e Azerbaijão ultrapassou US$ 300 milhões no ano passado, alcançando o maior volume da história da relação entre os dois países. O resultado reforça a aproximação econômica entre os dois países e abre espaço para novas iniciativas nas áreas de comércio, investimentos, educação e transporte..
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Em entrevista, o embaixador do Azerbaijão no Brasil, Rashad Novruz, afirmou que o volume registrado ainda está abaixo do potencial existente. “US$ 300 milhões não são o nosso limite. Podemos fazer mais e devemos fazer mais. Também precisamos diversificar nossa relação comercial”, declarou.
Atualmente, os fertilizantes estão entre os principais produtos exportados pelo Azerbaijão para o Brasil. No sentido contrário, o país importa produtos brasileiros como carne, açúcar e equipamentos destinados aos setores de petróleo e gás.
Além do comércio, os dois países trabalham na negociação de novos acordos. Entre as iniciativas estão um acordo de conectividade aérea e transporte aéreo, que poderá facilitar as viagens e a ligação entre os dois países, e um acordo de investimentos, destinado a ampliar e proteger os investimentos realizados bilateralmente.
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Segundo Novruz, pelo menos três novos acordos estão em discussão. “Talvez isso não aconteça neste ano, mas esperamos avançar no próximo”, afirmou.
Na área de educação, Brasil e Azerbaijão já assinaram um acordo no ano passado. A intenção é ampliar a cooperação entre universidades, promover intercâmbio de estudantes e criar oportunidades de bolsas de estudo em diferentes níveis de formação.
Para o embaixador, a implementação dos acordos é tão importante quanto a assinatura. “Não queremos simplesmente assinar documentos e deixá-los de lado. Queremos implementá-los”, disse.
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O Azerbaijão também pretende ampliar a presença de empresas brasileiras no país e na região, com oportunidades em setores como agronegócio, petróleo e gás, indústria têxtil e manufatura. A expectativa é que o país possa funcionar como uma porta de entrada para empresas brasileiras interessadas em mercados da região do Cáucaso e da Ásia Central.
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