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Luana Piovani volta aos cinemas em filme sobre 'Faraó dos Bitcons'

Atriz interpreta viúva que entra no esquema chefiado por Glaidson Acácio dos Santos, que está preso em Bangu 1

2 min

05/10/2026 16:38 • Atualizado há 12 dias

Luana Piovani volta aos cinemas em filme sobre 'Faraó dos Bitcons'

Luana Piovani está de volta aos cinemas após oito anos. A atriz, que estava afastada das telonas, faz sua reestreia no filme "O Faraó dos Bitcoins", novo longa-metragem dirigido por Sérgio Rezende. A história narra uma das maiores fraudes financeiras do Brasil, chefiada por Glaidson Acário dos Santos, preso em Bangu 1, no Rio de Janeiro.

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Na história, Piovani interpreta Regina, uma viúva que se torna uma das primeiras investidoras do 'Faraó', interpretado por Christian Malheiros, que também se envolve com Ráiti (Ruan Aguiar), também no esquema. Além deles, Lorena Comparato interpreta a esposa do 'Faraó', Mirelis Diaz.

Christian Malheiros e Lorena Comparato | Foto: Guilherme Leporace

Christian Malheiros e Lorena Comparato | Foto: Guilherme Leporace

A história é baseada no livro "Queda Livre", de Isabela Palmeira e Chico Otávio, com roteiro de Sérgio Rezende e Dida Andrade. O filme promete acompanhar o desenrolar real da história de luxo e esquema financeiro, que incluiu a falência da empresa e as condenações dos envolvidos, além de trazer um cenário de ganância, fé e ambição.

O que foi o caso do 'Faraó dos Bitcoins'?

Glaidson ficou conhecido como o "Faraó dos Bitcoins", em referência a um esquema de pirâmide financeira, que também é investigado pela Polícia Civil do Rio. As promessas de retorno financeiro sobre o valor investido (10%) eram incompatíveis com a realidade. Por causa disso, a cidade de Cabo Frio, onde a empresa operava, ficou conhecida como "Novo Egito".

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Ele era garçom e ganhava R$ 800 reais por mês até se tornar dono da GAS - a empresa de Cabo Frio entrou na mira da polícia depois que R$ 7 milhões foram apreendidos prestes a serem levados de helicóptero de Búzios (RJ) para São Paulo. A investigação foi desencadeada a partir daí, em maio de 2022.

Glaidson foi preso em agosto de 2022, na casa dele, em um condomínio de luxo na Barra da Tijuca, na deflagração da operação. Durante a busca, os agentes apreenderam quase R$ 14 milhões em espécie, guardadas em malas, além da maior apreensão de criptomoedas da história do Brasil: aproximadamente R$ 150 milhões em criptoativos. Os agentes apreenderam ainda 21 carros de luxo, relógios de alto padrão e joias.

Em nota, a GAS alega que possui sólidos argumentos jurídicos para refutar as acusações formuladas, aptos a evidenciar a absoluta licitude e regularidade de suas atividades.

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