Julián Álvarez força saída do Atletico e entra na mira de gigante inglês
Jogador foi vaiado por torcedores após partida pelo Campeonato Espanhol

Com status de campeão do mundo de 2022, Julián Alvarez foi contratado pelo Atlético de Madrid em 2024. No entanto, o atacante argentino tem vivido dias de tensão na equipe espanhola desde que decidiu deixar a equipe, mesmo contra a vontade da diretoria.
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A insatisfação do atacante começou a ser gestada ainda em março. Antes mesmo do encerramento da temporada regular, o argentino manifestou internamente o desejo de buscar novos ares. Em resposta imediata, a diretoria colocou o sarrafo no alto: quem quisesse tirá-lo de Madri teria de desembolsar 150 milhões de euros (cerca de R$ 920 milhões).
Em maio, a crise ganhou força quando o argentino recusou formalmente uma proposta de ampliação e valorização contratual oferecida pela cúpula do Atlético, deixando claro que sua decisão estava tomada.
A janela de transferências abriu sob forte turbulência. Em junho, o arquirrival Real Madrid tentou se aproveitar do cenário e colocou na mesa os 150 milhões de euros exigidos, mas a diretoria do Atlético barrou a operação para não reforçar o concorrente direto.
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A bomba relógio, porém, explodiu de vez no meio do ano. Após a partida entre Argentina e Áustria pela Copa do Mundo, Álvarez quebrou o silêncio na zona mista e confirmou publicamente o impasse. O atleta afirmou com todas as letras que já havia comunicado o clube sobre a vontade de sair e que uma transferência seria "a melhor escolha para todas as partes".
Sonho do Barcelona e o veto do Atlético
Agora, o novo destino dos sonhos do argentino tem nome e endereço: o Barcelona. O clube catalão entrou forte na disputa e apresentou uma proposta na casa dos 100 milhões de euros (R$ 613 milhões). A investida, no entanto, só serviu para enfurecer a diretoria de Madri.
Irritado com a pressão exercida pelo estafe do jogador, o Atlético adotou uma postura irredutível: travou as negociações e cravou que o atacante não seria vendido, garantindo a permanência do atleta em cumprimento ao contrato.
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A tensão rapidamente se transferiu para o campo. Na estreia de La Liga, o técnico Diego Simeone deixou o compatriota no banco de reservas, justificando publicamente que o camisa 9 precisava "recuperar a melhor forma física". Mas a situação atingiu o limite no último domingo, diante do Villarreal.
Antes mesmo de pisar no gramado, Álvarez foi recebido com vaias sonoras da torcida colchonera. Ao entrar no segundo tempo, a rejeição continuou a cada toque na bola. Após o apito final e o empate por 2 a 2, o jogador sequer se dirigiu às arquibancadas para saudar o público. Ele caminhou sozinho em direção ao vestiário, sob orientação do próprio Atlético para evitar um embate direto com os torcedores.
Clima insustentável e alvo do Arsenal
Segundo o jornal As, da Espanha, o time inglês surgiu como uma possibilidade para o jogador que já vive um clima delicado. No entanto, o clube pode esbarrar na pedida dos espanhóis de quase R$ 950 milhões.
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