França define data para anunciar novo técnico; veja quem é o favorito
Federação confirma coletiva de imprensa com o presidente Philippe Diallo para revelar o substituto de Deschamps

A Federação Francesa de Futebol já definiu a data oficial para anunciar o nome do novo treinador da seleção nacional. Na próxima terça-feira (28), o substituto de Didier Deschamps, que deixou o cargo após a disputa da Copa do Mundo, será revelado ao público, e a expectativa geral é que Zinedine Zidane seja anunciado para o posto de comandante técnico.
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A entidade que comanda o futebol no país informou, em comunicado emitido nesta quinta-feira, que o seu presidente, Philippe Diallo, vai divulgar o nome do novo treinador em uma coletiva de imprensa agendada para a sede da federação, em Paris.
A trajetória dos protagonistas
Zidane, de 54 anos, está sem trabalhar como treinador desde que encerrou sua passagem pelo Real Madrid em 2021. O lendário ex-meio-campista liderou o gigante espanhol na conquista histórica de três títulos consecutivos da Liga dos Campeões da Europa, entre os anos de 2016 e 2018.
Por sua vez, Deschamps se despede da equipe nacional após um longo ciclo de 14 anos na função. Sob o seu comando, os franceses conquistaram a Copa do Mundo de 2018, na Rússia, e ficaram com o vice-campeonato na edição de 2022, no Catar, ao serem superados pela Argentina nas cobranças de pênaltis. A seleção francesa também amargou o vice-campeonato da Eurocopa de 2016, disputada em seu próprio país.
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Desempenho recente e o peso de Zidane na seleção
Em seu último compromisso à frente da equipe, nos Estados Unidos, a seleção azul esteve perto de alcançar mais uma final de Mundial. Contudo, a França acabou superada pela Espanha na fase semifinal e encerrou sua participação no torneio na quarta colocação, após sofrer uma derrota para a Inglaterra na disputa pelo terceiro lugar.
Zidane, caso as notícias prévias seja confirmadas, assume a função com a missão de manter a França entre as principais potências do futebol mundial. Como jogador, ele atuou como o grande cérebro da seleção na conquista da Copa do Mundo de 1998 — quando marcou dois gols na vitória por 3 a 0 sobre o Brasil na decisão — e voltou a ser o principal destaque dois anos depois, na conquista do título da Eurocopa.
Com informações da Estadão Conteúdo
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