Goleiro da Irlanda se recusa a jogar contra Israel: “Seria errado”
Gavin Bazunu anunciou decisão por meio das redes sociais
A Irlanda terá um desfalque em duas partidas desta data Fifa. Goleiro reserva da equipe comandada por Heimir Hallgrímsson, Gavin Bazunu tomou a decisão de não participar das partidas contra a seleção de Israel.
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O anúncio da posição foi divulgado por meio das redes sociais do jogador do Bolton Wanderers. Logo no início do texto, ele reforçou o respeito pelos “companheiros de equipe, técnico e povo irlandês”.
“Sou um homem de fé inabalável e me esforço ao máximo para ser uma pessoa de caráter e princípios; portanto, acredito que seria errado participar dos jogos contra Israel”, escreveu.
Apesar da decisão de não jogar contra o rival, Bazunu reforçou que a medida é totalmente baseada na postura do país nos conflitos no Oriente Médio. Israel vive uma guerra contra a Palestina.
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“Minha decisão é baseada puramente na minha crença pessoal de que matar pessoas inocentes é errado. É importante notar que minha posição não é em oposição ao povo israelense ou à comunidade judaica, mas contra as atrocidades na região. Há poucas vezes na vida em que você tem a chance de defender algo maior e eu acredito fortemente que esta é uma delas”, completou.
O primeiro jogo entre Irlanda e Israel pela Liga das Nações acontece neste domingo (27), às 15h45 (horário de Brasília). As seleções voltam a medir forças no domingo (4).
Veja o posicionamento completo do goleiro
“Representar meu país significa tudo para mim. Tenho o máximo respeito por cada um dos meus companheiros de equipe, o técnico e o povo irlandês.
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No entanto, tomei uma decisão que não foi fácil. Sou um homem de fé inabalável e me esforço ao máximo para ser uma pessoa de caráter e princípios; portanto, acredito que seria errado participar dos jogos contra Israel.
Minha decisão é baseada puramente na minha crença pessoal de que matar pessoas inocentes é errado.
É importante notar que minha posição não é em oposição ao povo israelense ou à comunidade judaica, mas contra as atrocidades na região. Há poucas vezes na vida em que você tem a chance de defender algo maior e eu acredito fortemente que esta é uma delas”.
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