Seleção Brasileira: quem foi bem e quem foi mal contra Austrália e Índia
Brasil encerra primeira Data Fifa pós-Copa do Mundo com invencibilidade e duas vitórias em três jogos

A Seleção Brasileira encerrou a sua primeira Data Fifa após a fatídica eliminação para a Noruega nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O Brasil teve a oportunidade de voltar a campo três meses depois da derrota diante dos noruegueses com uma reformulação prometida pelo técnico Carlo Ancelotti. A Canarinho - pelo menos no primeiro teste - cumpriu o seu papel e se manteve invicta nos três jogos.
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É verdade que os adversários da Seleção Brasileira não foram de alto nível - embora a Austrália tenha passado de um grupo difícil, com Estados Unidos, Paraguai e Turquia e tenha caído nos 16 avos da última Copa, não é um dos principais países do futebol (muito menos a Índia -, mas o Brasil não perdeu no período. Foram duas vitórias (contra Austrália, em Brisbane, e contra a Índia, em Calcutá), um empate (diante dos australianos, em Townsville, em um gramado abaixo da média) e uma boa oportunidade para Ancelotti conhecer um pouco mais de seus nove estreantes com a Amarelinha.
O band.com.br traz um resumo de quem foi bem e quem decepcionou na primeira Data Fifa pós-Copa do Mundo.
Quem foi bem?
Jair
O zagueiro do Nottingham Forest mostrou que pode ser um dos novos nomes dessa nova safra da Seleção Brasileira. Ele atuou como titular no segundo amistoso diante da Austrália, em Brisbane, e teve uma bom jogo. Seguro, não cometeu falhas e mostrou qualidade com a bola nos pés.
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Bruno Guimarães
O volante do Arsenal se mostrou imprescindível para a Seleção Brasileira. O meio-campo do Brasil é diferente sem a presença do camisa 8 em campo. Quando esteve fora, Andrey Santos e Douglas Luiz não conseguiram manter o dinamismo e a combatividade de Bruno, que foi recompensado com um gol no segundo amistoso diante da Austrália.
Vanderson
Talvez Vanderson seja o jogador que mais aproveitou a oportunidade com a Seleção Brasileira nesta Data Fifa. Chamado de última hora por Ancelotti - ele só foi convocado por conta do corte de Wesley, da Roma -, o lateral-direito mostrou solidez defensiva e foi bem no ataque, principalmente contra a Austrália, quando fez o primeiro gol do Brasil.
Outros nomes de destaque: Danilo, Estêvão, Gabriel Bontempo, Vitor Reis e Samuel Lino
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Quem foi mal?
Vini Jr
Foi uma Data Fifa para esquecer do camisa 7 da Seleção Brasileira. Assim como em seu início de temporada no Real Madrid, Vini Jr não teve grandes atuações e não chegou nem perto daquele jogador que foi eleito o melhor jogador do mundo pela Fifa (e também deveria ter sido o Bola de Ouro) de 2024. Titular nos três jogos da Seleção com Ancelotti, o seu melhor momento foi no segundo tempo contra a Austrália, em Brisbane, quando ajudou a construiu a jogada para o terceiro gol e sofreu (e converteu) o pênalti para marcar o 4 a 2.
Hugo Souza e Otávio
Ambos os goleiros apresentaram insegurança e foram criticados nos dois jogos da Seleção Brasileira diante da Austrália. Otávio, inclusive, fez um jogo pior do que Hugo Souza. Ancelotti, como já disse em diversas entrevistas nesta Data Fifa, não quer que os amistosos sejam uma prova (ou um "exame", como próprio disse o italiano), mas as primeiras impressões dos arqueiros no pós-Copa não foram boas.
Endrick
Sim, Endrick entrou bem contra a Austrália - substituiu Raphinha, cortado da Seleção por um edema na coxa -, e deu assistência para Bruno Guimarães marcar o que seria o gol da virada no amistoso em Brisbane. Mas, tirando esses 45 minutos, o camisa 9 não conseguiu se destacar no primeiro duelo em Townsville e no confronto contra a Índia, em Calcutá. É preciso melhorar para a sequência, ainda mais com Pedro entrando forte na concorrência no setor.
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Outros nomes que decepcionaram: Douglas Luiz e Raphinha
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