Scarpa minimiza provocações e elogia dia a dia de ‘Barba’ no Atlético
Meia quer ajudar o Galo a conquistar os títulos da Copa do Brasil e Sul-Americana
Gustavo Scarpa, de 32 anos, pode colocar mais dois títulos em sua sala de troféus: Copa do Brasil e Copa Sul-Americana. Na reta final da temporada, o Atlético-MG segue vivo nas semifinais das duas competições e vai enfrentar, respectivamente, Grêmio e Montevideo City Torque por um lugar nas decisões.
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Para chegar com chance de dois títulos na temporada, o Galo conta com o trabalho de Eduardo Domínguez, o Barba, que assumiu o clube em fevereiro deste ano. Já tendo trabalhado com nomes como Abel Braga, Felipão, Vanderlei Luxemburgo e Abel Ferreira, o camisa 10 coloca o “dia a dia” do argentino como um diferencial para os resultados.
“Ele tem um dia a dia tranquilo, um cara cara bem na dele. Às vezes, ele dá uma estourada, normal de treinador com alguma coisa que sabe que a gente pode fazer melhor e a gente não tá fazendo, mas é um cara tranquilo, respeitoso com todos. Nesse ritmo, certeza que tem tudo pra conquistar grandes títulos”, responde em entrevista exclusiva à Band.com.br.
Nas campanhas até as duas semifinais, o Atlético precisou se superar após perder a ida para o Santos e empatar contra o Cruzeiro na Sul-Americana e Copa do Brasil, respectivamente.
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Em ambas as partidas, o clima de rivalidade tomou conta após provocações de Kaio Jorge e Neymar. Scarpa, porém, acredita que as zoações não foram usadas como combustível nos jogos de volta.
“Só quando a gente classifica que aí todo mundo lembra do que foi falado. Mais na do Santos, porque a do Kaio Jorge foi ali na hora [da comemoração do gol]. Mas, pelo menos pra mim, não acho que influencia de uma forma que vai dar mais vontade de ganhar ou coisa do tipo. Porém, quando o jogo vira, todo mundo aproveita a brecha pra provocar também, mas eu acho que é normal. Faz parte do futebol”, destaca o camisa 10.
Na versão de 2026 do Galo, o cenário começa a se desenhar como o de 2024, quando o clube chegou em duas finais: Libertadores e Copa do Brasil. Na ocasião, no entanto, o Galo amargou o vice em ambas.
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Também naquele elenco, o meia acredita que o passado ficou para trás e não deve ter impacto no lado psicológico dos jogadores atuais.
“Fica na mente de quem esteve aqui, mas mudou muito. Tem pouca gente de 2024. É uma galera nova de clube, mas muito experiente, com passagens pela Europa. O que aconteceu já era, ficou pra trás, não tem que ficar se apegando a isso. Acho que não vai fazer diferença nenhuma, não sei se deixa a gente mais forte ou não. Eu acho que o jogo é jogado na hora. É tentar fazer de tudo pra estar no melhor dia possível e tá tudo certo. São jogadores experientes e que sabem lidar com as dificuldades”, completa.
Com a parada para data Fifa, o Atlético volta a entrar em campo no dia 3 de outubro, em partida atrasada do Brasileirão contra o Bragantino.
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