Esportes

Gabi Guimarães critica veto da CBV a mulheres trans e defende Tifanny

Capitã da Seleção questionou a nova política que impede Tiffany Abreu de atuar na Superliga

2 min

16/08/2026 22:28 • Atualizado há 15 dias

Gabi Guimarães critica veto da CBV a mulheres trans e defende Tifanny

Líder da Seleção Brasileira feminina de vôlei, Gabi Guimarães manifestou-se na noite deste domingo a respeito da polêmica decisão da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV). A nova diretriz pode vetar a atleta trans Tifanny Abreu, do Osasco, de disputar as principais competições nacionais.

Continua depois da publicidade

Através das redes sociais, Gabi questionou abertamente os interesses por trás da medida e ressaltou que o esporte precisa ser inclusivo e combater diretamente o preconceito.

"A mudança foi planejada ou pensada por quem? Defendendo os interesses de quem? É preciso se posicionar sempre. É preciso enxergar além do superficial para ver o que realmente importa", escreveu a ponteira.

Entenda a decisão da CBV e o veto a Tifanny

A CBV anunciou uma nova política de elegibilidade alinhada às diretrizes do Comitê Olímpico Internacional (COI) e da Federação Internacional de Voleibol (FIVB), passando a exigir o sexo biológico feminino para o circuito nacional.

Continua depois da publicidade

Impacto imediato: A norma impede Tifanny de disputar a Superliga 2026/27, a Supercopa 2026 e a Copa Brasil 2027 pelo Osasco.

Ação do clube: O Osasco prestou apoio irrestrito à oposta e já acionou o seu departamento jurídico.

Jogadora está liberada no estadual

Apesar da restrição em âmbito nacional, Tifanny recebeu aval da Federação Paulista de Vôlei (FPV) para atuar no Campeonato Paulista. Como a competição estadual teve início em 13 de agosto, a entidade optou por preservar as regras vigentes do regulamento até o encerramento do torneio.

Seguir a Band no Google

Tópicos relacionados

Gabi Guimarães critica veto da CBV a mulheres trans e defende Tifanny