Investigação apura surto, briga e terrorismo em caso de avião em Israel
O ataque praticado pelo copiloto do voo FZ 1073 da companhia FlyDubai, que tentou derrubar a aeronave com destino a Tel Aviv após esfaquear o comandante em
O ataque praticado pelo copiloto do voo FZ 1073 da companhia FlyDubai, que tentou derrubar a aeronave com destino a Tel Aviv após esfaquear o comandante em pleno voo nesta quarta-feira (30), é alvo de investigações conduzidas pelas autoridades da Arábia Saudita. O suspeito foi detido em solo saudita após o avião realizar um pouso de emergência na cidade de Tabuk.
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Embora o governo de Israel tenha classificado o episódio como um ato de terrorismo, a linha de investigação abrange outras hipóteses. As autoridades apuram se o agressor sofreu um surto psicótico ou se o ato foi motivado por uma desavença pessoal entre os integrantes da tripulação durante o voo.
Outro ponto central das apurações busca esclarecer a origem do objeto cortante utilizado na agressão. Como pilotos e comissários passam pelos mesmos protocolos de verificação e detectores de metal nos aeroportos, investigadores trabalham com a suspeita de que a arma possa ter sido um talher de refeição disponível a bordo ou outro utensílio perfurocortante.
Declarações oficiais e ação a bordo
Logo após o incidente, o primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, pronunciou-se sobre a detenção do suspeito e a segurança no espaço aéreo.
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"Ele foi preso e está sendo interrogado pelas autoridades sauditas", afirmou Netanyahu, acrescentando ter ordenado preparativos do governo israelense para conter potenciais ameaças adicionais.
Imagens da cabine veiculadas pela imprensa israelense exibiram os tripulantes feridos e com sangramentos. Em uma das gravações feitas a bordo, um passageiro relatou a contenção do suspeito: "Estamos protegendo o piloto que foi atacado; estamos aqui para que ninguém passe pela porta".
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