Justiça paraguaia condena mandante da morte de modelo em festival
O crime ocorreu em janeiro de 2022, durante um festival de música na cidade de San Bernardino

A Justiça do Paraguai condenou a 22 anos de prisão Alcides de Jesús Villasboa Peralta, conhecido como "Ropero", apontado como o mandante do assassinato da modelo e influenciadora Cristina Aranda, de 29 anos.
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O crime ocorreu em janeiro de 2022, durante um festival de música na cidade de San Bernardino.
Entenda o caso e a motivação do crime
Conforme apurado no processo judicial, Cristina Aranda, que era casada com o jogador Iván Torres, do Olímpia, não era o alvo dos criminosos. Ela acabou sendo atingida na cabeça por um disparo de arma de fogo durante um tiroteio generalizado e morreu após ser socorrida a um hospital.
A investigação concluiu que o verdadeiro alvo do ataque era Marcos Ignacio Rojas Mora, conhecido como "Marcos Capital". O crime foi motivado por uma dívida de drogas de 18 quilos de cocaína, avaliada em cerca de 68 mil dólares, que Rojas Mora havia repassado a Ropero. Diante da cobrança do valor pelo chamado "quadro de disciplina" do Primeiro Comando da Capital (PCC), Ropero optou por encomendar a morte do credor.
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Outras condenações e desdobramentos
No dia 30 de janeiro de 2022, um atirador entrou no festival e disparou oito vezes contra Marcos Capital, que morreu no local. Outras pessoas também ficaram feridas no tiroteio, mas a morte da modelo gerou grande comoção pública.
O tribunal paraguaio condenou por unanimidade Ropero, identificado como integrante do PCC. Além dele, o policial Junior Michael Peralta Díaz, primo de Ropero, recebeu uma pena de cinco anos de prisão pelo crime de associação criminosa.
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