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“Saíam HOJE”, alertam os EUA a seu pessoal em Israel

Na plataforma X, a Embaixada dos EUA alerta que poderá, sem “prévia notícia”, restringir ou proibir seus funcionários e familiares de viajar a certas áreas de Israel, como a velha cidade de Jerusalém e a Cisjordânia

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27/02/2026 09:04 • Atualizado há 186 dias

“Saíam HOJE”, alertam os EUA a seu pessoal em Israel

O e-mail das 10h24 desta sexta-feira, enviado pelo embaixador dos EUA em Israel, Mike Huckabee, diz a funcionários não emergenciais da embaixada e a seus familiares: quem quiser sair do país, que saia HOJE. O motivo: “riscos de segurança”.

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O “HOJE” maiúsculo foi justificado por Huckabee: “É muito provável que haja alta procura por assentos em aviões, hoje”. Ele ainda sugere aos funcionários viajantes que peguem qualquer avião para um destino em que poderão fazer conexão para Washington, D.C..

Na plataforma X, a Embaixada dos EUA alerta que poderá, sem “prévia notícia”, restringir ou proibir seus funcionários e familiares de viajar a certas áreas de Israel, como a velha cidade de Jerusalém e a Cisjordânia. O Departamento de Estado incluiu em seu “conselho a viajantes” que o destino israelense seja “reconsiderado”, por causa de “terrorismo e agitação civil”.

O Canadá também pediu a seus cidadãos que deixem o Irã “o mais rápido possível”, porque a “tensão se mantém alta na região”. A Polônia, Suécia e Índia também enviaram alertas a seus cidadãos em Teerã. A Austrália instruiu aos familiares de seus diplomatas que partam de Israel e do Líbano, “antes que seja tarde”. Algumas companhias aéreas suspenderam seus voos regulares para a região.

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O alarme dos EUA e de vários outros países ocorre no dia seguinte em que “a reunião da última chance”, que deveria definir a guerra ou a paz, ontem, em Genebra, ganhou uma nova rodada de negociações marcada para a semana que vem, em Viena, sede do instituto de energia nuclear.

A reunião decisiva da manhã de ontem foi suspensa para que os negociadores consultassem seus governos, e recomeçou à tarde, numa indicação de que os problemas que a impediriam tenham sido resolvidos. Enquanto começa o êxodo diplomático, chega a Israel, nesta sexta-feira, o porta-aviões Gerald Ford, deslocado do Caribe, onde participou do ataque à Venezuela.

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