Casos de chikungunya disparam no país e exigem prevenção contra o Aedes aegypti
Os casos de chikungunya mais que quadruplicaram na Bahia neste ano, registrando uma alta expressiva de 365%. A doença, transmitida pelo mosquito Aedes

Os casos de chikungunya mais que quadruplicaram na Bahia neste ano, registrando uma alta expressiva de 365%. A doença, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, também acende o alerta em todo o território nacional, acumulando mais de 66 mil casos prováveis de acordo com dados do Ministério da Saúde.
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O cenário epidemiológico pode se agravada com a chegada do super El Niño neste segundo semestre. O fenômeno climático provoca um desequilíbrio ecológico marcado pela alternância entre chuvas e períodos de forte sol, condições que favorecem a proliferação do vetor em recipientes com água parada e lixo acumulado.
Segundo o médico infectologista Claudilson Bastos, o El Niño gera um desequilíbrio ecológico com alternância de chuvas e sol, além de facilitar a invasão de áreas urbanas pelos mosquitos devido ao desmatamento. O Ministério da Saúde aponta que outras arboviroses transmitidas pelo Aedes, como dengue e zika, também podem registrar aumento de ocorrências.
Nova frente de vacinação e medidas de prevenção
Como nova frente de prevenção contra a chikungunya, a vacinação tem sido implementada em caráter piloto. A estratégia segue ativa em cerca de dez cidades prioritárias em estados como São Paulo, Sergipe, Ceará e Minas Gerais, contabilizando cerca de 48 mil doses aplicadas na fase inicial.
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Paralelamente, especialistas reforçam que as recomendações para evitar a proliferação e o contágio continuam as mesmas. É fundamental eliminar os focos de água parada e manter o uso regular de repelente para se proteger contra a chikungunya, a dengue e o zika.
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