Açougueiro é preso após esquartejar mulher e jogar corpo em lixeira em SP
Suspeito confessou o crime à polícia em São José do Rio Preto; investigações apontam histórico de violência doméstica e ocultação de cadáver
Um açougueiro de 29 anos foi preso em São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, após confessar à polícia ter esquartejado uma mulher e descartado partes do corpo em uma lixeira do município. A captura foi efetuada por equipes do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) diretamente na residência do investigado.
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A investigação policial teve início após um morador da região estranhar a movimentação noturna e acionar a Polícia Militar. Imagens capturadas por câmeras de segurança instaladas nas imediações registraram o suspeito caminhando pelas ruas carregando um saco nas mãos durante a madrugada.
De acordo com os levantamentos da polícia, o material transportado pelo homem continha partes do corpo da vítima. O acionamento rápido da corporação permitiu que os agentes chegassem ao paradeiro do autor e iniciassem os protocolos de apuração imediata.
Na delegacia, o suspeito prestou depoimento e confessou que havia conhecido a mulher em uma praça da cidade dias antes do crime. Segundo o relato oficial, ele a convidou para ir até sua residência, local onde o assassinato e o esquartejamento teriam ocorrido após uma suposta discussão entre os dois.
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A residência do homem passou por uma perícia minuciosa conduzida por equipes especializadas da Polícia Científica. No interior do imóvel, os peritos localizaram diversos vestígios materiais que corroboram a dinâmica do crime relatada durante o interrogatório.
Paralelamente, familiares de uma mulher de 36 anos compareceram à delegacia local para registrar o desaparecimento dela. Os parentes manifestaram suspeitas de que ela seja a vítima esquartejada pelo açougueiro. A Polícia Civil aguarda a conclusão dos exames técnicos do Instituto Médico Legal (IML) para confirmar oficialmente a identidade da vítima.
As investigações revelaram que o suspeito já acumulava registros policiais por violência doméstica cometida contra uma ex-companheira, com quem tem uma filha de três anos. Na época do relacionamento anterior, ele agredia a mulher por não aceitar que ela exercesse atividade laboral.
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