Acusado de mandar matar amigo é preso dois anos após o crime em SP
A Polícia Militar de São Paulo prendeu, dois anos após o crime, um homem acusado de ser o mandante da morte de seu próprio amigo, identificado como Mateus

A Polícia Militar de São Paulo prendeu, dois anos após o crime, um homem acusado de ser o mandante da morte de seu próprio amigo, identificado como Mateus Corradino Andrade. O suspeito estava escondido em uma casa na Zona Leste da capital paulista e tentou enganar os policiais durante a abordagem.
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Durante a abordagem policial, o suspeito tentou se passar por outra pessoa, identificando-se falsamente como Renan. No entanto, após ser questionado sobre dados pessoais como RG e CPF, ele não soube responder as informações, o que levou a equipe a confirmar sua verdadeira identidade por meio de características já levantadas na investigação.
O homicídio ocorreu em 2024 na cidade de Mairiporã, na Região Metropolitana de São Paulo. A vítima, Manuel Garcia, de 32 anos, foi encontrada morta no porta-malas de um táxi em uma estrada em Itaquaquecetuba, na Zona Leste, cinco dias após o crime.
Investigação e motivação
Segundo o segundo Departamento de Homicídios de São Paulo, Manuel foi torturado antes de ser morto por asfixia, e os criminosos ainda atearam fogo ao seu corpo. Dois homens suspeitos de participação e de esconder o corpo no porta-malas já haviam sido presos no início das investigações.
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De acordo com a polícia, o mandante preso era vizinho da vítima na zona rural de Mairiporã. Manuel havia acabado de comprar uma chacina no bairro e, conforme apurado, o suspeito passou a frequentar o imóvel. A principal linha de investigação aponta que o crime foi motivado pelo interesse do acusado na propriedade da vítima. Mateus Corradino Andrade vai responder por homicídio qualificado e pode pegar até 40 anos de prisão.
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