Adriana Araújo: juíza conseguiu transformar condenação em perdão
Não precisa ser especialista em juridiquês para entender que a juíza Elizabeth Machado Louro conseguiu dar um nó na cabeça dos jurados. Ao fazer duas perguntas
Não precisa ser especialista em juridiquês para entender que a juíza Elizabeth Machado Louro conseguiu dar um nó na cabeça dos jurados. Ao fazer duas perguntas com sentidos opostos, ela leva o Júri a cair em contradição.
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Depois, ignora a confusão que causou e, para a perplexidade geral, tira da cartola um discurso de que foi o machismo que condenou Monique – como se o feminismo defendesse a absolvição de mulheres acusadas de crimes terríveis como o envolvimento na morte do próprio filho.
É um absurdo. É escandaloso e uma ofensa a todas nós mulheres.
Agora a gente descobre que esse discurso fajuto da juíza estava pronto desde 2021. Ela só esperou o momento de jogar esse disparate para a plateia.
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A juíza atropelou o Júri. Ignorou a resposta a uma outra pergunta bem simples que foi feita no tribunal: o Júri absolve a acusada Monique Medeiros? A resposta foi não. Mas a juíza conseguiu transformar não em sim, condenação em perdão.
Para ser suave, meritíssima: foi uma lambança.
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