Andreazza e a sabatina: um Lula à vontade no passado e na defensiva hoje
Carlos Andreazza analisa entrevista de Lula e aponta desconexão entre discurso sobre o passado e a atual Presidência
O âncora e colunista Carlos Andreazza analisa a entrevista de Lula e afirma que o presidente esteve à vontade ao falar sobre o passado, mas adotou postura defensiva ao tratar de questões sensíveis do governo e da campanha. Para Andreazza, Lula também mistificou episódios relacionados aos processos da Lava Jato, não foi anistiado nem inocentado, embora os processos tenham sido anulados por problemas processuais.
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Segundo Andreazza, os casos envolvendo Lulinha e, principalmente, o ex-chefe de gabinete Marco Aurélio Ribeiro, conhecido como Marcola, são pontos sensíveis para Lula. O colunista destaca que Marcola era responsável pela gestão do acesso ao presidente e cita as relações investigadas entre Roberta Luchsinger e o filho de Lula.
Andreazza também chama atenção para a forma como Lula recorre ao passado ao falar de seus governos de 2003 a 2010. Para o colunista, essa estratégia cria uma desconexão com o fato de Lula ser o atual presidente e ajuda a construir uma narrativa eleitoral baseada no período que considera de maior prestígio político.
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