Andreazza:“Vazamento para Todos”: campanha na lama e balança que não existe
Andreazza critica permanência de investigações no STF sem envolvidos com foro e questiona atuação da PGR em casos semelhantes durante o período eleitoral
O âncora e colunista Carlos Andreazza questiona a permanência, no STF, de investigações que não envolvem pessoas com foro por prerrogativa de função. Para Andreazza sem uma conexão jurídica clara com autoridades que tenham foro, os casos deveriam ser encaminhados para a primeira instância. Isso está sendo discutido no momento no caso do filho do presidente Lula, conhecido como Lulinha.
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O colunista também critica o que considera uma atuação desigual da PGR diante de investigações semelhantes. Andreazza cita o caso do jornalista Luiz Pablo, do Maranhão, investigado por causa de uma reportagem e cujo caso permanece no Supremo por decisão de Alexandre de Moraes.
Para ele, a proximidade das eleições tem levado a disputa política novamente para o terreno policial, com investigações e vazamentos seletivos e critica a lógica de transformar o período eleitoral em uma disputa sobre quem terá informações vazadas, em vez de concentrar o debate em programas, propostas e projetos para o país.
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