'Gangue do quebra-vidro' faz procura por película antivandalismo disparar
Para a película antivandalismo não existem restrições de uso, mas o modelo escuro precisa manter ao menos 70% de transparência nos vidros dianteiros e no para-brisa
A ação de criminosos conhecidos como a "gangue do quebra-vidro" tem espalhado medo entre motoristas em São Paulo. Em poucos segundos, os assaltantes estouram os vidros dos automóveis para roubar celulares e fogem, deixando prejuízos materiais e ferimentos nas vítimas.
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Em busca de proteção contra a violência urbana, os moradores da capital paulista estão correndo para as lojas de acessórios automotivos. Um levantamento realizado pela rádio BandNews FM aponta um crescimento de 50% na procura por películas antivandalismo no primeiro trimestre deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado.

Funcionamento e regras de uso das películas
Esse tipo de película protetora impede que o vidro do carro se estilhasse de uma vez só no caso de um impacto violento. A barreira física protege quem está no interior do veículo contra os cacos de vidro e dificulta a ação dos criminosos, que não conseguem o acesso imediato ao interior do automóvel.
Muitos motoristas têm combinado a proteção antivandalismo com a película escura, que reduz a visibilidade de fora para dentro e impede que os assaltantes vejam os pertences dos ocupantes. No entanto, os condutores precisam ficar atentos às normas de trânsito.
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Para a película antivandalismo não existem restrições de uso, mas o modelo escuro precisa manter ao menos 70% de transparência nos vidros dianteiros e no para-brisa. Nos vidros traseiros não há limitações, e a multa para quem descumprir as regras vigentes é de R$ 195. Enquanto os moradores gastam para aumentar a segurança por conta própria, a polícia informa que busca maneiras de combater essa modalidade de crime.
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