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Guarani e Ponte Preta mudam o comando

Novos treinadores assumem com o mesmo desafio: matar ou morrer

3 min

28/08/2026 16:23 • Atualizado há 3 dias

Guarani e Ponte Preta mudam o comando

Guarani e Ponte Preta mudam o comando. Novos treinadores assumem com o mesmo desafio: matar ou morrer.

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Guarani e Ponte Preta mudaram seus comandos técnicos em momentos decisivos da temporada. Umberto Louzer e Gilson Kleina chegam com experiências diferentes, mas com a mesma missão: ganhar jogos e mudar o rumo das equipes.

O Guarani demitiu Elio Sizenando após a derrota de virada por 3 a 1 para o Botafogo-PB e anunciou o retorno de Umberto Louzer, que inicia sua terceira passagem pelo comando técnico do Bugre.

Louzer dirigiu o Guarani pela primeira vez em 2018 e voltou ao clube em 2023, permanecendo também em 2024. Ao todo, são 86 jogos, 37 vitórias, 22 empates e 27 derrotas, com 51,6% de aproveitamento.

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Agora, a missão é imediata: vencer o Brusque neste sábado (29), no Brinco de Ouro, e garantir a classificação para o quadrangular decisivo da Série C. O Guarani tem 27 pontos. Se vencer, chega aos 30 e assegura a vaga.

Louzer teve apenas uma semana de treinamentos para preparar a equipe para a partida mais importante do Bugre na competição. O jogo será às 17h, no Brinco de Ouro.

Na Ponte Preta, a mudança aconteceu depois de mais uma derrota na Série B. Márcio Zanardi deixou o comando em comum acordo com a diretoria após a derrota por 2 a 0 para o Avaí, no Moisés Lucarelli.

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Zanardi encerra sua passagem sem nenhuma vitória: foram 12 jogos, dois empates e dez derrotas.

Para o seu lugar, a Ponte Preta anunciou Gilson Kleina, apresentado nesta sexta-feira (28). O treinador já estará à frente da equipe no domingo, às 16h, contra o América-MG, em Belo Horizonte.

Kleina chega para sua sexta passagem pela Ponte Preta. Nas cinco anteriores, comandou a equipe em 232 jogos, com 89 vitórias, 66 empates e 77 derrotas, alcançando 47,8% de aproveitamento.

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Sua última passagem pelo clube foi em 2022. Naquele ano, Kleina foi demitido pelo então presidente Marco Eberlin após a derrota por 3 a 0 para o Guarani, no Brinco de Ouro.

Kleina está entre os treinadores que mais vezes comandaram a Ponte Preta:

• Cilinho – 348 jogos, em nove passagens;

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• Nico – 260 jogos, em 17 passagens;

• Zé Duarte – 245 jogos (6 passagens);

• Gilson Kleina – 232 jogos, em cinco passagens.

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Agora, a história é outra e o desafio é enorme.

Guarani e Ponte Preta trocaram seus treinadores, mas a missão é exatamente a mesma: ganhar.

Para o Guarani, vencer o Brusque significa continuar vivo na luta pelo acesso à Série B. Para a Ponte Preta, a situação é ainda mais delicada: restam 14 jogos na Série B, e a equipe precisa conquistar pelo menos 11 vitórias para aumentar consideravelmente as chances de escapar do rebaixamento.

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Louzer e Kleina sabem que não terão tempo para adaptação. No futebol, principalmente em momentos como este, o resultado é urgente. É preciso ganhar.

*O autor da coluna tem autonomia para defender suas opiniões, baseadas em fatos e dados. Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do portal Band Multi, nem do Grupo Bandeirantes.

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