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Influenciadora procurada pela Interpol é presa por tráfico de pessoas

Nadeska, que ostentava vida de luxo nas redes sociais, é acusada de integrar rede de prostituição e cometer roubos violentos na Europa; pena pode chegar a 20 anos

2 min

28/05/2026 18:10 • Atualizado há 95 dias

Influenciadora procurada pela Interpol é presa por tráfico de pessoas

Uma influenciadora digital peruana, identificada como Nadeska, foi presa na cidade de Arequipa, no Peru, após ser incluída na "lista vermelha" da Interpol. A prisão atende a um pedido da Justiça belga, que investiga a suspeita por crimes graves, incluindo tráfico de pessoas — com foco em exploração sexual — e roubo com violência.

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Nadeska era conhecida por utilizar suas redes sociais para exibir um estilo de vida de alto padrão. Entre as postagens que chamaram a atenção das autoridades internacionais, estão imagens de festas de aniversário realizadas a bordo de iates de luxo. Nas semanas que antecederam sua captura, a influenciadora continuava publicando conteúdos em Arequipa, segunda maior cidade do Peru, ignorando o alerta internacional emitido contra ela.

Acusações e histórico criminal

O processo judicial que pesa contra a influenciadora na Bélgica aponta uma atuação criminosa complexa. Ela é acusada de liderar esquemas de exploração sexual e participação em roubos qualificados. Caso seja condenada, a peruana pode enfrentar uma pena de até 20 anos de prisão.

Além das acusações na Europa, a Justiça do Peru também já havia agido contra o patrimônio da suspeita. Em 2025, a Procuradoria de Confisco de Bens de Lima realizou a apreensão de um apartamento registrado em nome de Nadeska e de seu marido. O imóvel, avaliado em mais de R$ 1,2 milhão, foi vinculado a crimes de lavagem de dinheiro, fraude e roubo qualificado.

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Próximos passos da investigação

Após a captura realizada pela polícia peruana, a Justiça local determinou a prisão preventiva de Nadeska por um período de nove meses. Esse prazo visa permitir que as autoridades colham novos elementos de prova antes de dar seguimento ao processo de extradição para a Bélgica, onde ela deve responder pelos crimes cometidos em território europeu. A defesa da influenciadora nega todas as acusações apresentadas pelas autoridades internacionais.

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