Justiça do RJ pede prisão preventiva de argentina acusada de racismo
Ela é acusada de proferir ofensas racistas contra quatro funcionários de um bar em Ipanema, na zona sul da capital fluminense, no mês passado.

A Justiça do Rio de Janeiro aceita a denúncia do Minstério Público e pede a prisão preventiva da advogada argentina Agostina Páez.
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Ela é acusada de proferir ofensas racistas contra quatro funcionários de um bar em Ipanema, na zona sul da capital fluminense, no mês passado.
Segundo testemunhas, após discordar do valor da conta, Agostina teria ido até o caixa do estabelecimento e chamado o funcionário de "mono", que significa "macaco" em espanhol.
Imagens ainda flagraram a turista fazendo gestos para imitar o animal.
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Anteriormente, a Justiça já havia proibido a argentina de deixar o Brasil; a turista teve o passaporte retido e precisou colocar tornozeleira eletrônica.
Procurada pela reportagem da BandNews FM, Agostina Páez ainda não se manifestou.
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