Orengo: Menos coligações nas eleições mostram mudança de estratégia
Partidos deixam alianças para eleição em segundo plano e buscam ampliar força no Congresso

O menor número de coligações para a eleição presidencial mostra uma mudança na estratégia dos partidos, que passaram a priorizar a formação de bancadas fortes no Congresso em vez da indicação de vices.
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Segundo o colunista Rodrigo Orengo, o crescimento das emendas parlamentares, do fundo partidário e do poder das bancadas regionais aumentou a influência do Legislativo nas negociações políticas.
Nesse cenário, a figura da vice-presidência perdeu espaço como moeda de articulação, enquanto os partidos buscam eleger mais deputados e manter liberdade para negociar apoios após o resultado das urnas. Enquanto alianças presidenciais eram comuns em eleições anteriores, hoje apenas a candidatura do presidente Lula conta com coligação formal.
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