Juliana Rosa: Petróleo caro pressiona combustíveis e amplia debate fiscal
Alta do Brent e tensão no Oriente Médio aumentam pressão sobre gasolina e diesel no Brasil, enquanto governo avalia prorrogar subsídios
A alta do petróleo, com o barril do Brent perto de US$ 94, mantém a pressão sobre os preços dos combustíveis e o Estreito de Ormuz segue praticamente fechado, enquanto não há avanços diplomáticos para reduzir as tensões com o Irã.
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A subvenção de R$ 0,44 por litro de gasolina vence na terça-feira (25), e a expectativa é de prorrogação por mais 30 dias. No diesel, a preocupação é maior: cerca de 30% do consumo brasileiro depende de importações, o que aumenta o risco de repasse de preços e até de desabastecimento.
Para a colunista Juliana Rosa, a discussão vai além do preço nas bombas. A política de subsídios ajuda a conter a inflação, mas também amplia o debate sobre gasto público e responsabilidade fiscal, uma questão que deve ganhar força depois das eleições.
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