Reinaldo: OAB emite nota mais covarde de sua história. Faoro e democracia; Simonettti e o golpe
O jornalista criticou a entidade por não se posicionar firmemente na defesa das instituições e da soberania
O jornalista e apresentador do “O É da Coisa”, da BandNews FM, Reinaldo Azevedo, criticou duramente a postura da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) frente às ameaças à soberania nacional e ao Supremo Tribunal Federal (STF). Em sua análise, a nota emitida pela OAB é a "mais pusilânime da sua história", incapaz de defender o Judiciário e a autonomia do país de forma contundente.
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Azevedo aponta uma grave crise institucional, na qual o STF é alvo dos americanos, com sanções da Lei Magnitsky sendo aplicadas a ministros da corte, uma medida que pode levar ao bloqueio de bens e à proibição de entrada nos Estados Unidos.
Azevedo destaca a atuação do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que, segundo o próprio parlamentar, trabalha ativamente nos EUA para a imposição de mais sanções contra autoridades brasileiras. Diante deste cenário, a nota da OAB, que pede pacificação e alerta para "excessos de qualquer natureza", é vista por Azevedo como uma omissão.
O jornalista criticou a entidade por não se posicionar firmemente na defesa das instituições e da soberania, fazendo uma repreensão generalizada que, em sua visão, acaba por igualar as ameaças golpistas à reação do Judiciário. A crítica se estende ao presidente da OAB, Beto Simonetti, cuja gestão é associada a uma suposta proximidade com o bolsonarismo.
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O jornalista contrapõe a atual gestão da OAB com o período em que foi presidida por Raymundo Faoro (1977-1979), que se notabilizou pela defesa intransigente da democracia e dos direitos humanos durante a ditadura militar. "A OAB de Raymundo Faoro sabia defender a democracia na ditadura. A OAB de Beto Simonetti não consegue criticar a ditadura na democracia", afirmou o jornalista.
*Texto gerado por inteligência artificial e revisado pela redação de Band.com.br.
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