Renan Santos promete intervenção em estados dominados pelo crime
primeiro bloco do debate é marcado por críticas contra Lula e Flávio Bolsonaro

O primeiro bloco do debate à Presidência começou com uma pergunta feita ao candidato Renan Santos do Missão, que foi questionado sobre as propostas dele para a segurança pública. Renan foi aos púlpitos vazios de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) para chamar os dois de covardes e canalhas. Renan afirmou que, em estados dominados pelo crime organizado, vai decretar intervenção federal.
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O candidato do PSD do Planalto, Ronaldo Caiado, também cobrou as ausências de Lula e Flávio. Ele foi questionado sobre como lidar com as questões econômicas e fiscais do país. Caiado falou em diminuir a taxa de juros ao nível de 6%.
Augusto Cury, do Avante, que chegou a dizer que não iria ao debate e foi à porta da Band para anunciar um protesto, foi questionado sobre educação. Cury cobrou o presidente Lula pelos desempenho dos alunos em matemática no Brasil, além da ausência do presidente no debate. Cury ainda cobriu a falta de inclusão para alunos neurodivergentes.
Primeiro confronto direto
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No primeiro confronto direto, Renan Santos quis direcionar uma pergunta para Lula, que está ausente.
Depois de ser avisado que não pode perguntar para ausentes, Renan direcionou a pergunta sobre corrupção para Augusto Cury, do Avante.
Em resposta, o candidato, que quase não foi ao debate, cobrou a forma com que as políticas de inclusão social são aplicadas.
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Augusto Cury, por sua vez, tentou perguntar para Ronaldo Caiado, do PSD, sobre segurança pública, mas estourou o tempo disponível para questionar. Cury brincou que, se eleito, faria de Caiado “o xerife do Brasil”. Os dois debateram sobre os números da violência contra mulher.
Ronaldo Caiado, do PSD, questionou a Renan Santos sobre os índices da educação. Renan, do Missão, defendeu que os prefeitos que não atingirem índices de educação percam o cargo.
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