Brasil

Segundo bloco do debate aborda tarifaço, agronegócio e crime organizado

Segunda parte contou com a participação de jornalistas do grupo Bandeirantes

3 min

09/08/2026 21:29 • Atualizado há 22 dias

Segundo bloco do debate aborda tarifaço, agronegócio e crime organizado

O segundo bloco do debate na Band entre os candidatos ao governo do estado começou a pergunta do âncora Luiz Megale, da BandNews FM, sobre o túnel Santos-Guarujá. Megale pediu que os candidatos reconhecessem a importância da parceria fechada entre os governos estadual e Federal na obra. Cada um teve um minuto para a primeira resposta.

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Tarcísio de Freitas, do Republicanos, foi o primeiro a responder a pergunta de Megale. Depois de destacar a importância da obra, ele destacou que esteve com o presidente Lula, do PT, para viabilizar a obra, que é feita por meio de uma parceria entre os entes público e privado. Tarcísio afirmou que Lula concordou com o leilão, feito em fevereiro deste ano.

Haddad, que esteve no Ministério da Fazenda nos últimos quatro anos, afirmou que o estado de São Paulo recebeu mais orçamento na gestão Lula do que na gestão Bolsonaro. Haddad afirmou ainda que diversas iniciativas do estado, que são bandeiras de campanha de Tarcísio, dependem do Governo Federal.

Na replica, Tarcísio voltou a reconhecer a parceria, mas cobrou que outras operações tivessem os recursos liberados pelo governo federal.

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Tarifaço

A segunda pergunta foi feita pela repórter do Jornal da Band, Roberta Scherer, que questionou o que os candidatos fariam para aliviar os efeitos do tarifaço americano ao estado de São Paulo.

Haddad, que respondeu primeiro, falou em soberania nacional e destacou as medidas do Governo Federal para combater o tarifaço, destacando que, para ele, o governo estadual deveria aderir ao movimento da União e ajudar na abertura de mercados.

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Tarcísio afirmou que as tarifas são prejudiciais principalmente para o setor madeireiro do estado, além de outras áreas industrial. Ele destacou a medida fiscal adotada pelo estado, envolvendo a liberação de créditos do ICMS e a abertura de linhas de crédito.

Haddad cobrou por São Paulo não ter aderido ao programa de renegociação de dívidas do Governo Federal. Ele destacou ainda que é preciso ter união nacional.

Agronegócio

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A terceira pergunta foi feita pelo âncora do Jornal da Noite, Felipe Vieira, que cobrou as medidas que os candidatos adotariam para fortalecer o agronegócio no estado, em meio às mudanças climáticas.

Tarcísio de Freitas, que foi o primeiro a responder, destacou políticas estaduais para dar previsibilidade financeira ao agro. Tarcísio apontou programas para ampliar a compra de máquinas, como para irrigação.

Fernando Haddad retrucou, afirmando que o agro de São Paulo depende diretamente do financiamento federal e pediu, novamente, colaboração entre estado e União. Haddad cobrou ainda a retomada dos institutos de pesquisa, com reforço no orçamento.

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Tarcísio, em resposta, fez um elogio aos institutos de pesquisa, e destacou as medidas que adotou pelos institutos ao longo da gestão.

Crime organizado

A quarta pergunta foi feita pelo apresentador Pedro Campos, da Rádio Bandeirantes, que questionou o que os candidatos pretendiam fazer para conter o avanço do crime organizado no estado.

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Fernando Haddad, do PT, afirmou que, se for eleito, vai criar uma equipe institucional para planejar o combate à criminalidade. O grupo de trabalho seria presidido pelo governador, contando com a participação de representantes das polícias civil e militar. O gabinete teria um balanço de de dados trimestralmente.

Tarcísio de Freitas afirmou que, para manter o domínio territorial sobre o estado, é preciso ter coragem. Ele defendeu as ações do governo na Favela do Moinho e em Paraisópolis.

Na sequência, os dois trocaram farpas sobre a relação de cada governo com o crime organizado.

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