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Trump curioso: Por que o Irã não se rende?

O presidente Donald Trump está curioso, contou seu enviado especial para negociações de paz, Steve Witkoff, à TV Fox News: -Por que o Irã não capitulou, diante

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23/02/2026 15:32 • Atualizado há 189 dias

Trump curioso: Por que o Irã não se rende?

O presidente Donald Trump está curioso, contou seu enviado especial para negociações de paz, Steve Witkoff, à TV Fox News: -Por que o Irã não capitulou, diante da colossal armada americana pronta para atacar?

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“Por que eles não vieram até nós e disseram: ‘Declaramos que não queremos armas, então aqui está o que estamos dispostos a fazer? ’” – acrescentou Witkoff.

Quem recuou, até agora, foi o próprio presidente Donald Trump. Há cerca de 50 dias, ele prometeu aos iranianos que sofreram um massacre de mais de três mil manifestantes mortos: “Ajuda está a caminho”.

Agora, ele não está mais falando em um ataque total, mas limitado, inicial, seguido por outro maior, no futuro, se o Irã não aceitar os termos de um acordo. E para um acordo, ele estaria admitindo algum programa nuclear iraniano para fins civis, quando sua posição era a de “tolerância zero” para refino de urânio.

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Um dos motivos para Trump se tornar mais cauteloso pode ser a reunião que teve com o general John Daniel Caine, presidente dos Chefes do Estado Maior, e John Ratcliffe, diretor da CIA. Eles não lhe deram a segurança de sucesso como no sequestro do ex-presidente Nicolás Maduro. O Irã não é a Venezuela. E se preparou para revidar. Até um substituto para o líder supremo aiatolá Ali Khamenei foi escolhido, caso ele seja assassinado.

Os 50 dias passados depois da promessa de que “Ajuda está a caminho” afastaram o momento para o ataque. O Irã é conhecido por ganhar tempo em negociações, distanciando-se de um perigo imediato. Agora está prometendo um plano aceitável para os Estados Unidos no encontro da próxima quinta-feira, em Genebra, com a dupla Witkoff e Jared Kushner. Até lá, Trump terá, amanhã, 11 da noite no Brasil, o seu discurso anual sobre o estado da nação.

Aviões tanques pousaram nesta segunda-feira no aeroporto Ben Gurion, em Tel Aviv. A guerra, que envolve diretamente Israel, continua sendo preparada. Os dois grupos de porta-aviões custam 15 milhões de dólares/dia, mais 25 milhões de dólares/dia para bombardeiros estratégicos, bases aéreas no Golfo e sistemas antimísseis, igual 40 milhões de dólares/dia. O orçamento da defesa dos EUA está acima dos 800 bilhões de dólares.

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No Parlamento, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu falou sobre o Purim, o feriado que começa dia 2 de março, ao pôr do sol, marcando a vitória dos judeus da Pérsia (hoje, Irã) sobre quem planejava matá-los.

“Na véspera do festival de Purim”, disse Netanyahu, “permaneceremos unidos e, com a ajuda de Deus, garantiremos a eternidade de Israel. ” Ele continuou afirmando que o país nunca foi tão forte como agora. E que “o pacto com os Estados Unidos não foi tão estreito”. Ele concluiu prevendo que o “Irã fará, talvez, o seu mais sério erro da história se atacar Israel, que vai responder com uma força que inimaginável

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