Briga por causa de rato termina em morte na região Nordeste de BH
Um homem de 41 anos foi morto a facadas na noite dessa sexta-feira (18), no bairro Ipê, na Região Nordeste de Belo Horizonte. O crime aconteceu após uma

Um homem de 41 anos foi morto a facadas na noite dessa sexta-feira (18), no bairro Ipê, na Região Nordeste de Belo Horizonte. O crime aconteceu após uma discussão envolvendo o descarte de um animal morto. Inicialmente, uma adolescente de 14 anos assumiu ter golpeado a vítima, mas, posteriormente, ela e o irmão, de 19, mudaram a versão e disseram que outro irmão, de 31 anos, teria cometido o homicídio. Ele havia deixado a prisão três dias antes, após cumprir pena por outro homicídio.
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Segundo a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), a ocorrência foi registrada por volta das 22h47, na rua Herculano Soares Rocha. A corporação foi acionada após uma denúncia de que um homem havia sido esfaqueado no tórax e socorrido por populares. No local, testemunhas informaram aos militares que os envolvidos haviam entrado em uma residência.
A adolescente foi encontrada dentro do imóvel, acompanhada da representante legal. Aos militares, ela contou inicialmente que o gato da família havia matado um rato e que ela foi até uma lixeira na rua para descartar o animal. Segundo a versão, o vizinho teria iniciado uma discussão com o irmão dela, de 19 anos, e feito ameaças, chegando a pegar um facão no porta-malas de um veículo.
Ainda conforme o primeiro relato, a adolescente voltou para casa, pegou uma faca e entrou em luta corporal com o homem, atingindo-o no peito.
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Segundo o irmão de 19 anos, ele foi ameaçado pela vítima durante uma discussão e pegou uma barra de ferro para se proteger. A irmã teria entrado na briga e golpeado o homem. Os dois foram levados à delegacia, enquanto o óbito da vítima, que sofreu duas perfurações, no tórax e no abdômen, foi confirmado na UPA Nordeste.
Após serem informados da morte, os irmãos mudaram a versão e disseram que o homicídio teria sido cometido por um terceiro irmão, de 31 anos. Segundo eles, assumiram inicialmente a autoria para tentar proteger o homem, que havia saído da prisão três dias antes, após cumprir pena por outro homicídio.
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