IML aponta que diarista que matou casal não sofria de perturbação mental
Paola confessou os assassinatos de casal de idosos, mas afirmou que agiu durante um surto psicótico

A diarista Paola Stefany Neto Cirino passou por um exame de insanidade mental nesta segunda-feira (14), no Instituto Médico-Legal (IML), em Belo Horizonte. O resultado apontou que ela não apresentava doença ou perturbação da saúde mental, nem desenvolvimento mental incompleto à época dos crimes. Segundo a avaliação da psiquiatria forense, estavam preservadas as capacidades de entendimento e de determinação da acusada.
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A realização do exame havia sido determinada pela Justiça em agosto. Na decisão, o juiz estabeleceu que Paola deveria passar por avaliação psiquiátrica para verificar se, no momento dos crimes, tinha condições de compreender o caráter dos atos e de agir de acordo com esse entendimento.
O crime aconteceu em 29 de junho, no bairro São Pedro, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte. Na ocasião, o casal Maria Clotilde e Claudio Atala foi morto a facadas, e objetos da residência foram roubados. Paola confessou os assassinatos, mas afirmou que agiu durante um surto psicótico.
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