Marília Campos apresenta propostas para Minas em sabatina da Band Minas
Sabatina acontece simultaneamente entre a BandNews FM BH e TV Band Minas
A candidata ao Senado por Minas Gerais, Marília Campos (PT), apresentou propostas para infraestrutura, fortalecimento dos municípios, desenvolvimento econômico e proteção às mulheres durante sabatina promovida pela TV Band Minas e pela BandNews FM BH. A entrevista foi conduzida pelos jornalistas William Travassos e Gabriela Oliveira.
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Aos 65 anos, Marília afirmou que decidiu deixar a Prefeitura de Contagem para disputar o Senado após, segundo ela, entregar o município com as contas em dia, mais de R$ 80 milhões em caixa e um conjunto de obras estimado em R$ 1,9 bilhão. Ela também declarou ao TSE patrimônio de aproximadamente R$ 1,8 milhão.
Entre as principais propostas, a candidata defendeu uma revisão da tabela do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), com foco em cidades mineiras com menos de 10 mil habitantes. Segundo Marília, a medida seria construída em parceria com a Associação Mineira de Municípios (AMM). Ela também defendeu facilitar o acesso de pequenas cidades a programas federais de saneamento, pavimentação, iluminação, saúde e educação.
Na infraestrutura, Marília propôs ampliar investimentos e concessões para recuperação de rodovias, como a BR-381, e fortalecer o transporte ferroviário de grãos e minérios até os portos. A candidata também justificou sua oposição ao traçado proposto para o Rodoanel da Região Metropolitana, citando a falta de diálogo do governo estadual e os impactos sobre Contagem e Betim.
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Na economia, afirmou ser contrária ao aumento da carga tributária e defendeu a industrialização do minério em Minas Gerais, além da exploração sustentável de terras raras. Sobre a reforma tributária, avaliou que a perda da possibilidade de concessão de incentivos fiscais exigirá investimentos em infraestrutura e aeroportos regionais para atrair empresas.
Marília também apresentou propostas voltadas às mulheres, como ampliação de creches, melhoria da iluminação pública e funcionamento 24 horas das Delegacias da Mulher. Defendeu ainda qualificação profissional, igualdade salarial e ações educativas sobre a Lei Maria da Penha.
A candidata reiterou a defesa da proibição das bets, relacionando as plataformas ao endividamento das famílias e aos impactos sobre o comércio. Sobre alianças eleitorais, descartou movimentos como o chamado “Marécio” e afirmou manter apoio aos nomes de sua chapa. Marília disse ainda que pretende atuar no Senado com diálogo e mediação, tendo como prioridade, segundo ela, os interesses da população mineira.
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