Fugas de crianças em escolas no Sul mobilizam polícias e geram indiciamento
Casos de negligência na segurança escolar colocaram autoridades policiais em alerta na Região Sul do país. Em Santa Catarina, a Polícia Civil indiciou a

Casos de negligência na segurança escolar colocaram autoridades policiais em alerta na Região Sul do país. Em Santa Catarina, a Polícia Civil indiciou a diretora e um vigia de uma creche por abandono de incapaz após a fuga de um bebê. No Paraná, a polícia abriu investigação para apurar a escapada de um menino autista de 6 anos de uma unidade de ensino.
Continua depois da publicidade
Em Braço do Norte, no interior catarinense, o bebê de apenas um ano e meio conseguiu deixar as dependências da creche sem que os funcionários percebessem. A criança atravessou uma rua movimentada e caminhou por cerca de 50 metros até chegar ao local de trabalho de sua própria mãe. O episódio culminou no indiciamento formal dos dois profissionais responsáveis pela vigilância e gestão da unidade.
Criança autista caminha sozinha por 10 minutos em Curitiba
No Paraná, a ocorrência foi registrada na capital, Curitiba. Imagens registradas por câmeras de segurança flagraram o momento em que o estudante de 6 anos, diagnosticado com transtorno do espectro autista (TEA), caminhou sozinho pela via pública. A criança estava desacompanhada no pátio da instituição no momento em que passou pelo portão de acesso.
Segundo o relato da família, o menino permaneceu cerca de 10 minutos perambulando sem supervisão pelas ruas até ser localizado e levado de volta para casa.
Continua depois da publicidade
Em depoimento, a mãe da criança, Thamiris Prado, desabafou sobre o susto e o sentimento de insegurança: "Fiquei assustada, pois imaginava que a escola fosse um lugar seguro. Por sorte ele sabia o caminho de casa, mas poderia ter acontecido algo muito ruim com ele."
Em nota, a Secretaria de Educação de Curitiba informou que instaurou procedimento para apurar as circunstâncias do fato e garantiu que irá reforçar os protocolos de segurança da unidade. A Polícia Civil do Paraná também investiga o caso para apurar eventuais responsabilidades.
Fique por dentro das últimas
notícias
