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Paraná registra roubo ou furto de celular a cada 17 minutos

Estado soma cerca de 30 mil crimes envolvendo telefones em um ano, segundo Anuário Brasileiro de Segurança Pública

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12/08/2026 14:11 • Atualizado há 19 dias

Os dados da edição mais recente do Anuário Brasileiro de Segurança Pública mostram que o Paraná registrou cerca de 30 mil casos de roubo e furto de celulares no ano passado, o equivalente a um aparelho levado a cada 17 minutos.

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No Brasil, o levantamento aponta quase 800 mil ocorrências desse tipo de crime em 2025, o que evidencia que a subtração de telefones se consolidou como uma das principais modalidades de delito patrimonial no país.

Os números chamam atenção das autoridades de segurança e de especialistas, que reforçam a necessidade de medidas de prevenção, tanto no uso cotidiano dos aparelhos quanto na forma como a população compra e vende esses produtos.

Roubo em avenida movimentada ilustra estatística

A professora Cintya Santos teve o celular roubado na Avenida Sete de Setembro, no bairro Batel, em Curitiba, quando aguardava um carro de aplicativo para seguir até o aeroporto.

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Um homem em uma bicicleta passou pela calçada e arrancou o aparelho de sua mão, episódio que ilustra a facilidade com que criminosos conseguem agir em áreas movimentadas.

Especialista faz alerta sobre mercado de usados

O professor de segurança pública Gerson Luiz Buczenko destaca que, além dos cuidados para evitar assaltos, é fundamental atenção na hora de comprar celulares usados.

Segundo ele, aparelhos vendidos por valores muito abaixo do praticado no mercado podem indicar que o telefone foi roubado ou entrou de forma irregular no país, o que alimenta a cadeia de crimes e pode trazer problemas ao comprador.

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Orientações de órgãos de segurança recomendam que o consumidor desconfie de ofertas sem nota fiscal, verifique a procedência do aparelho e procure lojas ou plataformas confiáveis para reduzir o risco de adquirir produtos de origem ilícita.

Vítimas convivem com medo após a ocorrência

Para quem já sofreu com um episódio de roubo ou furto de celular, o impacto não se resume à perda material: o medo de novas abordagens costuma permanecer na rotina.

Na visão de Cintya, a experiência reforça a necessidade de redobrar a atenção ao usar o telefone em espaços públicos e evidencia como estatísticas que parecem distantes se traduzem em histórias concretas de insegurança.

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