Paraná registra roubo ou furto de celular a cada 17 minutos
Estado soma cerca de 30 mil crimes envolvendo telefones em um ano, segundo Anuário Brasileiro de Segurança Pública
Os dados da edição mais recente do Anuário Brasileiro de Segurança Pública mostram que o Paraná registrou cerca de 30 mil casos de roubo e furto de celulares no ano passado, o equivalente a um aparelho levado a cada 17 minutos.
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No Brasil, o levantamento aponta quase 800 mil ocorrências desse tipo de crime em 2025, o que evidencia que a subtração de telefones se consolidou como uma das principais modalidades de delito patrimonial no país.
Os números chamam atenção das autoridades de segurança e de especialistas, que reforçam a necessidade de medidas de prevenção, tanto no uso cotidiano dos aparelhos quanto na forma como a população compra e vende esses produtos.
Roubo em avenida movimentada ilustra estatística
A professora Cintya Santos teve o celular roubado na Avenida Sete de Setembro, no bairro Batel, em Curitiba, quando aguardava um carro de aplicativo para seguir até o aeroporto.
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Um homem em uma bicicleta passou pela calçada e arrancou o aparelho de sua mão, episódio que ilustra a facilidade com que criminosos conseguem agir em áreas movimentadas.
Especialista faz alerta sobre mercado de usados
O professor de segurança pública Gerson Luiz Buczenko destaca que, além dos cuidados para evitar assaltos, é fundamental atenção na hora de comprar celulares usados.
Segundo ele, aparelhos vendidos por valores muito abaixo do praticado no mercado podem indicar que o telefone foi roubado ou entrou de forma irregular no país, o que alimenta a cadeia de crimes e pode trazer problemas ao comprador.
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Orientações de órgãos de segurança recomendam que o consumidor desconfie de ofertas sem nota fiscal, verifique a procedência do aparelho e procure lojas ou plataformas confiáveis para reduzir o risco de adquirir produtos de origem ilícita.
Vítimas convivem com medo após a ocorrência
Para quem já sofreu com um episódio de roubo ou furto de celular, o impacto não se resume à perda material: o medo de novas abordagens costuma permanecer na rotina.
Na visão de Cintya, a experiência reforça a necessidade de redobrar a atenção ao usar o telefone em espaços públicos e evidencia como estatísticas que parecem distantes se traduzem em histórias concretas de insegurança.
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