Suspeito de atirar na ex no Santa Quitéria segue preso no hospital
Homem está preso sob custódia no hospital
A investigação sobre a tentativa de feminicídio contra Anna Carholina Pires, baleada pelo ex-companheiro dentro do próprio salão de beleza, no bairro Santa Quitéria, em Curitiba, ganhou novos detalhes nesta quarta-feira (26).
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Segundo a Polícia Civil do Paraná (PCPR), Anna e João Onofre da Silva Junior, apontado como autor dos disparos, mantiveram um relacionamento por aproximadamente 12 anos e estavam separados desde abril deste ano.
A polícia também apurou que a vítima havia solicitado duas medidas protetivas contra o ex-companheiro. Uma delas chegou a ser revogada a pedido da própria mulher.
Além disso, desde o fim do relacionamento, Anna havia registrado 15 boletins de ocorrência contra João. Um dia antes de ser baleada, ela voltou a procurar a polícia e relatou ameaças.
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Suspeito entrou armado no salão
O ataque aconteceu por volta das 13h45 de terça-feira (25), na Rua Curupaitis, no Santa Quitéria.
Segundo o registro da ocorrência, João entrou armado no salão de beleza de Anna e efetuou dois disparos. A vítima foi atingida na região do rosto.
Depois de atirar contra a ex-companheira, o homem teria disparado contra a própria cabeça.
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Anna conseguiu chegar até a área externa do estabelecimento, onde foi encontrada ferida.
Guarda municipal ouviu os tiros
Um guarda municipal que estava nas proximidades acompanhando um passeio de crianças ouviu os disparos e foi até o local.
Quando a equipe chegou, Anna estava caída do lado de fora do salão. João foi encontrado no interior do estabelecimento, também ferido e ainda respirando.
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Ao lado dele, os agentes localizaram um revólver calibre 38, que foi apreendido e encaminhado à delegacia.
Equipes do Siate foram chamadas para atender os dois feridos.
Anna foi levada ao Hospital Evangélico. João foi encaminhado ao Hospital do Trabalhador.
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Suspeito está preso sob custódia no hospital
Segundo a atualização da PCPR, João permanece internado e está preso sob custódia no hospital.
Anna também segue hospitalizada.
A Polícia Civil investiga o caso como tentativa de feminicídio e continua realizando diligências para esclarecer todos os fatos que antecederam o ataque.
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A investigação também deve analisar o histórico de boletins de ocorrência, as medidas protetivas solicitadas pela vítima e os episódios de ameaça relatados após o fim do relacionamento.
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