Caso Cláudio Rafael: testemunha e funcionária podem responder por crime
Polícia investiga participação de outras pessoas nas agressões que mataram ciclista em Copacabana

A Polícia Civil continua tentando identificar o quinto homem envolvido no espancamento que terminou com a morte do ciclista Cláudio Rafael Landeiro, de 37 anos, em Copacabana, na Zona Sul do Rio. Nesta terça-feira (25), novas testemunhas foram ouvidas pelos investigadores.
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Entre elas está um homem que teria presenciado as agressões e não teria feito nada para impedir. Segundo o delegado Angelo Lages, responsável pelo caso, ele pode responder por omissão de socorro.
Uma funcionária de um bar também está sendo investigada. Segundo a Polícia Civil, ela entregou ao segurança Davi Santos Machado o cassetete usado nas primeiras agressões contra Cláudio Rafael. A mulher pode ser indiciada por lesão corporal.
Quatro pessoas estão presas pela morte do ciclista: os seguranças Davi Santos Machado e Jorge Luiz Ricardo Dias, além dos entregadores Felipe Eduardo dos Santos Silva e Ailton José da Silva.
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Cláudio Rafael foi agredido depois de ser acusado injustamente de roubar uma bicicleta.
Nos próximos dias, a polícia também deve ouvir o homem apontado como chefe dos seguranças que atuavam de forma clandestina em Copacabana. A atuação irregular desses profissionais também é investigada.
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