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"Gangue do Ouro” usava olheiros para escolher vítimas em supermercados

As investigações da Polícia Civil mostram o modus operandi da quadrilha "Gangue do Ouro" após um caso de latrocínio no Recreio, na Zona Sudoeste do Rio, que

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14/10/2026 18:08 • Atualizado há 3 dias

"Gangue do Ouro” usava olheiros para escolher vítimas em supermercados

As investigações da Polícia Civil mostram o modus operandi da quadrilha "Gangue do Ouro" após um caso de latrocínio no Recreio, na Zona Sudoeste do Rio, que deixou um idoso baleado.

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No dia 10 de julho deste ano, Eduardo Pedrosa, de 66 anos, foi abordado no estacionamento de um supermercado localizado na Av. das Américas enquanto retirava as compras do carrinho por um indivíduo que estava na garupa de uma moto. O assaltante efetuou um disparo contra Eduardo, tirou o cordão de ouro do pescoço dele e fugiu do local. A vítima permanece internada.

A investigação mostrou que se trata de um grupo composto por dois olheiros, dois motoristas de veículos de apoio, um piloto e um atirador.

Imagens msotram Anderson Mateus dos Santos, já preso, no interior do supermercado perseguindo a vítima. Ele tira uma fotografia do empresário com o cordão para enviar para o restante da quadrilha. Outro olheiro de identidade ainda desconhecida, também é visto no interior do supermercado.

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O atirador foi identificado como Thiago Leandro Santiago da Silva, vulgo "Menor T", e o piloto da moto é Gustavo Mendes Rocha, conhecido como "Novato". Os dois motoristas de fuga foram identificados como Wilson dos Santos Laureano e Flavio Henrique Sant'anna da Silva.

Tdos possuem anotações por crimes patrimoniais, sendo que Flavio e Anderson foram identificados como coautores de um latrocínio com mesmo "modus operandi" em 2021, no estacionamento de um supermercado em Campo Grande, que terminou com a morte do bombeiro militar reformado Vitor Emanoel Nascimento.

A delegada Talita Stivanello explica como o esquema funcionava.

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O cordão roubado foi vendido pela quadrilha por R$ 6.800,00, valor que foi dividido entre eles. Os autores Flavio, Thiago, Gustavo e Wilson tiveram as prisões preventivas decretadas e estão foragidos.

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