Major da PM do RJ é condenado por violência doméstica e segue na ativa
Nos últimos seis anos, Juliano responde a quatro processos por crimes contra a ex-companheira e parentes dela

Um oficial da Polícia Militar do Rio de Janeiro foi condenado a um mês e oito dias de prisão em regime aberto por violência doméstica praticada contra sua ex-mulher. Mesmo após a condenação, o major Juliano Lopes Delzi Ferreira continua trabalhando normalmente na corporação.
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Nos últimos seis anos, Juliano responde a quatro processos por crimes contra a ex-companheira e parentes dela, incluindo ameaça armada, difamação, injúria e descumprimento de medida protetiva.
A Justiça determinou uma medida protetiva para impedir que o major se aproxime da vítima. No entanto, a ex-mulher relata que ele a abordou na Barra da Tijuca, bateu nos vidros do veículo e deitou sobre o capô.
A defesa do militar entrou com recurso para tentar impedir o uso de tornozeleira eletrônica, enquanto o Ministério Público se posicionou contra o pedido dos advogados.
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Posicionamento da Polícia Militar
Questionada sobre a manutenção do policial na corporação, a Polícia Militar informou que o caso será submetido a um conselho para analisar a permanência do major nos quadros da instituição.
Advogados e especialistas questionam a aptidão do oficial para proteger a sociedade, exigindo medidas rigorosas da corporação diante dos processos e da condenação em vigor.
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