Rio de Janeiro
Jornal da Band

Operação da PF no Rio revela luxo incompatível de policiais civis; confira

Os inspetores da Polícia Civil investigados acumulam um padrão de vida luxuoso

2 min

15/10/2026 19:55 • Atualizado há 2 dias

Operação da PF no Rio revela luxo incompatível de policiais civis; confira

A Polícia Federal deflagrou uma operação em Niterói e na Região Serrana do Rio de Janeiro que resultou na prisão de dois policiais civis suspeitos de integrar um esquema bilionário de lavagem de dinheiro para o crime organizado por meio de postos de combustíveis.

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Os inspetores da Polícia Civil investigados acumulam um padrão de vida luxuoso, incluindo mansões com adegas de vinhos, piscinas, saunas e veículos avaliados em mais de R$ 2 milhões.

Entre os bens mapeados pela investigação estão uma mansão em Itaipava, uma cobertura de frente para a praia em Niterói anunciada por R$ 22 milhões e outra casa de alto padrão em Angra dos Reis.

Investigação e desdobramentos

Os policiais recebem menos de R$ 11 mil líquidos por mês da corporação, o que significa que demorariam mais de 150 anos para comprar um dos imóveis sem gastar nada do salário. Os policiais civis José Carlos Alves de Souza Junior e Pablo Jukiá Ferreira foram alvos das mandados de prisão cumpridos durante a operação da Polícia Federal.

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Na adega da mansão de José Carlos, em Niterói, os agentes encontraram mais de R$ 40 mil divididos em várias notas de R$ 200.

De acordo com o portal da transparência do governo, Pablo recebeu cerca de R$ 10,4 mil líquidos em setembro, enquanto José Carlos ganha aproximadamente R$ 9 mil líquidos. A defesa dos dois policiais civis foi procurada, mas não respondeu aos contatos.

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