Rio de Janeiro

Polícia procura quinto envolvido em espancamento e morte em Copacabana

Agressor é considerado foragido

2 min

27/08/2026 08:32 • Atualizado há 5 dias

Polícia procura quinto envolvido em espancamento e morte em Copacabana

O quinto agressor envolvido no espancamento e morte do ciclista Cláudio Rafael Landeiro é procurado pela Polícia Civil. Wellington Luiz Santos de Souza aparece dando chutes na cabeça de da vítima, que foi acusada injustamente de roubar uma bicicleta. Ele já é considerado foragido.

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As imagens de câmeras de segurança mostram o momento em que Wellington sai de um carro, atravessa a rua, se aproxima do grupo e chuta Cláudio. Em seguida, ele retorna ao veículo e vai embora.

Segundo testemunhas, Wellington se aproximou e perguntou aos entregadores se a vítima era "ladrão". Após receber uma resposta afirmativa do grupo, ele agrediu a cabeça da vítima e declarou: "Ladrão tem que morrer mesmo".

Nesta quarta-feira (26), Aluísio da Silva Filho, apontado como chefe dos vigilantes, prestou depoimento. De acordo com a polícia, ele em 14 anotações criminais por desde ameaça, lesão corporal e até o roubo de um turista em Copacabana.

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A Band News FM teve acesso ao depoimento de Aluisio. Ele alega à polícia que exerce a função de coordenador do grupo de apoio denominado "seguranças de rua", e que atua nesse tipo de serviço há mais de 25 anos.

Ele ainda disse que não tem CNPJ para a atuação e que há quatro funcionários, contando com ele e os dois presos envolvidos no caso.

Aluisio disse à polícia que os funcionários não tinham autorização para abordar ou seguir pessoas consideradas suspeitas, e nem permissão para empregar força física nas abordagens.

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O homem disse ainda que já tinha recebido reclamações do comportamento agressivo de Davi e que ele tinha batido em um homem em situação de rua.

Aluísio afirmou ainda que soube sobre a morte de Cláudio Rafael dias depois e que uma testemunha disse que o segurança Davi havia pedido que não comentassem nada. Para ele, o funcionário negou o envolvimento.

Quatro pessoas já foram presas pelo assassinato: os entregadores Ailton José da Silva e Felipe Eduardo dos Santos Silva, além dos seguranças Davi Santos Machado e Jorge Luiz Ricardo Dias. Eles devem responder por homicídio triplamente qualificado.

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