STF adia julgamento que pode definir eleição indireta no Rio
Retomada do caso foi retirada da pauta desta quarta-feira (19) e ainda não tem nova data

O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, retirou da pauta desta quarta-feira (19) a retomada do julgamento que pode definir o formato da eleição para o mandato-tampão no Rio de Janeiro. Ainda não há nova data para a análise.
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Até o momento, o placar é de 4 votos a 1 pela realização de uma eleição indireta, com votação entre os deputados estaduais para escolher o governador até 31 de dezembro.
Em abril, o ministro Flávio Dino pediu mais tempo para analisar o caso. Além dele, ainda precisam votar Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Edson Fachin.
O julgamento envolve a cassação do ex-governador Cláudio Castro. Em março de 2024, Castro renunciou ao cargo um dia antes do julgamento de um processo no Tribunal Superior Eleitoral. O TSE entendeu que não havia quórum suficiente para decretar a cassação, já que ele havia deixado o cargo.
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Parte dos ministros do STF, no entanto, considera que a renúncia pode ter sido uma forma de evitar a cassação e levar à realização de uma eleição indireta.
Desde 24 de março, o Rio tem como governador interino o desembargador Ricardo Couto de Castro. O estado ficou sem vice-governador porque Thiago Pampolha passou a integrar o Tribunal de Contas do Estado.
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