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Investigado admite latrocínio contra motorista de aplicativo

Segundo a investigação, imagens contradisseram a primeira versão apresentada pelo suspeito, que havia negado ser o autor

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15/10/2026 13:04 • Atualizado há 2 dias

Investigado admite latrocínio contra motorista de aplicativo

O homem de 23 anos investigado pela morte da motorista de aplicativo Pâmela Letícia Nolastro Cunha admitiu ter cometido o crime durante um novo interrogatório, segundo a Polícia Civil. Ele havia sido preso temporariamente pela 3ª Delegacia de Homicídios da DEIC de Bauru (SP).

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De acordo com a polícia, no primeiro depoimento, o investigado afirmou que teria solicitado a corrida para um suposto comparsa e negou ter sido o autor do crime. Após a prisão, os investigadores realizaram diligências na região do embarque da vítima, na Avenida Rafael Pereira Martini, no bairro Redentor.

Com a análise de imagens, a equipe identificou que o próprio investigado teria chegado ao ponto indicado pela plataforma e embarcado no banco traseiro do Fiat Mobi. Além disso, o trajeto da corrida apontava como destino final a região onde o corpo de Pâmela foi encontrado.

Confrontado com as evidências durante o interrogatório complementar, o homem admitiu ter cometido o crime sozinho. Conforme o relato apresentado à polícia, ele teria anunciado o assalto e agido após uma reação da motorista.

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Ainda segundo a investigação, o suspeito afirmou que pretendia roubar o veículo para repassá-lo a traficantes. O carro teria sido encomendado para servir como moeda de troca na aquisição e no transporte de drogas no Paraguai. Ele também teria declarado que receberia cerca de R$ 2 mil pelo roubo.

A polícia informou que ainda precisa confirmar se a escolha da vítima foi aleatória. Para isso, aguarda informações da plataforma de transporte por aplicativo, que serão encaminhadas após autorização judicial concedida pela Justiça de Piratininga.

Durante as diligências, uma faca foi encontrada em meio à vegetação, perto do local do crime, atrás de uma placa. O objeto pode ter sido utilizado no assassinato e foi encaminhado para perícia, com o objetivo de coletar material genético e compará-lo com amostras da vítima e do investigado.

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A investigação prossegue para esclarecer todas as circunstâncias do latrocínio, que é o roubo seguido de morte.

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