Marília: agentes de saúde “abrem” quase 60% das casas em ação contra dengue
O trabalho foi realizado com foco na área do Castelo Branco

A ação de combate à dengue, denominada Bloqueio de Controle de Criadouros (BCC), promovida pela prefeitura de Marília-SP, por meio da Secretaria Municipal da Saúde, e realizada no último sábado (8), na área de abrangência da Unidade Básica de Saúde (UBS) Castelo Branco, conseguiu abrir quase 60% das casas visitadas pelos agentes de saúde.
Continua depois da publicidade
O balanço do BCC foi divulgado na segunda-feira (10) pela Divisão de Zoonoses, apontando 266 casas abertas (59,64%) do total de 446 que foram visitadas nas 26 quadras da área, com a eliminação de três focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue e outras doenças.
Ainda de acordo com o balanço, o total de casas que estavam fechadas foi de 167 (37,44%) e foram registradas 13 recusas (2,92%), quando o morador não autoriza o agente de saúde a entrar no imóvel para realizar o trabalho.
Um total de 14 agentes, sendo quatro de controle de endemias e dez comunitários de saúde, além de dois supervisores de saúde e um motorista, participaram da ação do último sábado, com o objetivo de eliminar criadouros do Aedes aegypti.
Continua depois da publicidade
Além disso, os profissionais fazem um trabalho educativo com os moradores, orientando sobre os cuidados a serem tomados na residência, mostrando os recipientes que podem acumular água e se transformarem em criadouros do mosquito.
A secretária municipal da Saúde, Paloma Libanio, ressaltou também a importância do morador autorizar a entrada do agente. “Para que o serviço de combate à dengue seja executado é fundamental o morador autorizar o acesso do agente de saúde. Além de eliminar possíveis focos do mosquito, o agente passará orientações aos moradores de como fazer corretamente o trabalho preventivo. A Prefeitura está fazendo a sua parte e a população tem sido nossa parceira, mas infelizmente ainda tem alguns moradores que não autorizam a visita e, assim, o trabalho fica prejudicado. Pedimos que todos concordem com a entrada do agente para que ele possa retirar recipientes que acumulem água, evitando assim a proliferação do Aedes.”
Fique por dentro das últimas
notícias
