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PF prende um dos chefões do PCC que já foi companheiro de cela de Marcola

O suspeito era considerado foragido da Justiça havia um ano

2 min

08/10/2026 18:24 • Atualizado há 9 dias

PF prende um dos chefões do PCC que já foi companheiro de cela de Marcola

A Polícia Federal prendeu Gralber Cumpri, apontado como um dos líderes da principal facção criminosa do país, durante uma ação realizada em uma academia no Guarujá, no litoral paulista. O suspeito era considerado foragido da Justiça havia um ano.

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A operação contou com o apoio da Polícia Militar e provocou a interdição do trânsito nas proximidades da sede da Polícia Federal em Santos, que recebeu reforço na segurança devido à alta periculosidade do detido. No momento da abordagem, Gralber apresentou documentos falsos na tentativa de enganar os agentes, mas acabou tendo a identidade confirmada.

Histórico criminal e patrimônio bloqueado

Condenado a 17 anos de prisão por lavagem de dinheiro e associação criminosa, Gralber Cumpri cumpriu pena anteriormente no interior paulista ao lado de Marcos Herbas Camacho, conhecido como Marcola, apontado como o líder máximo da facção. Segundo investigações da Polícia Federal, ele sempre manteve posição de liderança dentro da estrutura criminosa.

No ano passado, o suspeito foi alvo de uma operação da Polícia Federal por integrar um esquema de lavagem de dinheiro proveniente do tráfico internacional de cocaína que utilizava o Porto de Santos. Na ocasião, a Justiça bloqueou um patrimônio de R$ 74 milhões atribuído ao criminoso. Após a prisão desta semana, ele deve ser transferido para um presídio de segurança máxima.

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Prisão de outro líder do PCC em Itanhaém

Em uma operação paralela realizada também nesta semana, a Polícia Militar de Piracicaba prendeu Reginaldo Nascimento Silva Júnior, conhecido como Pato Rouco, em Itanhaém, na Baixada Santista. O foragido era apontado como uma das lideranças da facção na região de Campinas.

De acordo com as investigações, Pato Rouco atuava como fornecedor de armas de guerra para o grupo criminoso, armamento frequentemente empregado em ações no interior do estado. Ele também é suspeito de participar de julgamentos sumários conduzidos pelo chamado tribunal do crime, cuja única sentença aplicada era a morte.

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