Réu por feminicídio, tenente-coronel reclama de rotina na prisão em SP
O tenente-coronel da Polícia Militar Geraldo Rosa Neto reclamou publicamente da rotina de detenção que enfrenta no presídio especial da corporação, em São
O tenente-coronel da Polícia Militar Geraldo Rosa Neto reclamou publicamente da rotina de detenção que enfrenta no presídio especial da corporação, em São Paulo. Acusado de feminicídio contra a esposa, a também policial militar Giselle Alves Santana, de 32 anos, o oficial afirmou em depoimento à Corregedoria que precisa se submeter a regras severas de subordinação interna.
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O crime ocorreu no apartamento em que o casal morava na capital paulista. Na ocasião, Giselle Alves Santana foi atingida por um tiro na cabeça. O oficial nega as acusações e alegou inicialmente que a mulher cometera suicídio, mas a hipótese foi descartada pela perícia técnica.
O andamento dos processos administrativo e criminal
O julgamento do processo administrativo que pode resultar na expulsão do tenente-coronel da corporação está marcado para a próxima semana em São Paulo. Na justiça comum, a audiência em que ele será interrogado foi adiada três vezes e atualmente está agendada para o dia 5 de outubro.
A defesa da família da vítima contesta a versão apresentada pelo oficial e aponta indícios de alteração na cena do crime, além de tentativas de usar prerrogativas do cargo durante o desenrolar do caso. O procedimento segue os trâmites legais rigorosos aplicados a militares sob custódia na corporação.
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