Quaest: Eduardo Braide lidera com 44% no MA; Orleans Brandão tem 25%
Candidato do PSD aparece com folga na frente do sobrinho do atual governador do estado, Carlos Brandão

A pesquisa Quaest publicada nesta segunda-feira (24) aponta a liderança de Eduardo Braide (PSD) na disputa pelo governo do Maranhão, com 44% das intenções de votos, seguido por Orleans Brandão (MDB), que tem 25%. Em seguida aparecem Felipe Camarão (Partido dos Trabalhadores), com 6%; Roberto Rocha (PRTB), com 3%; André Luis (MISSÃO), com 1%; e Saulo Arcangeli (PSTU), Dimas Cassimiro (PCO) e Reginaldo Lima (PCB), com 0% cada. Brancos, nulos ou que não pretendem votar pontuaram 4% e indecisos, 17%.
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Para 62% dos eleitores a escolha do candidato é definitiva, e 37% dizem que podem mudar o voto até as eleições, em 4 de outubro (1% não soube responder). O levantamento foi encomendado pela TV Mirante.
Na pesquisa espontânea, em que os nomes não são mostrados aos eleitores, Eduardo Braide pontua 21%, seguido de Orleans Brandão (13%), Felipe Camarão (1%), Outros (0%), Brancos, nulos ou pessoas sem intenção de votar (1%) e indecisos (64%).
Rumos do governo e alianças políticas
Sobre os rumos do governo estadual de Carlos Brandão (MDB), 23% dos eleitores dizem que o governador a ser eleito deve continuar o trabalho que vem sendo feito, 36% defendem mudar apenas o que não está bom, 36% consideram que é necessário mudar totalmente e 5% não sabem ou não responderam.
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Em relação aos aliados políticos, 54% preferem que o governador eleito seja aliado de Lula, 16% preferem um aliado de Flávio Bolsonaro, 25% querem um governador independente e 5% não sabem ou não responderam. Quanto aos apoios, 45% dizem que o apoio de Lula aumenta a chance de votar no candidato, 30% dizem que não muda nada, 21% dizem que diminui e 4% não souberam ou não responderam; já o apoio de Flávio Bolsonaro aumenta para 17%, não muda para 35%, diminui para 43% e 5% não souberam ou não responderam.
O principal problema do estado apontado pelos eleitores é a Saúde (28%), seguida por Infraestrutura (21%), Violência (11%), Desemprego (6%), Pobreza/Desigualdade (5%), Economia (4%), Corrupção (4%), Educação (4%), Enchentes (0%), Outros (5%), Nenhum (3%) e Não sabe/não respondeu (9%).
Alta aprovação do governo
A Quaest mostra que, atualmente, a gestão do governador Carlos Brandão tem ampla aprovação de 54%; 30% desaprovam e 16% não souberam ou não responderam. A avaliação do governo é positiva para 35%, regular para 39%, negativa para 19% e 7% não sabem ou não responderam.
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O índice também se reflete na pergunta sobre se Carlos Brandão merece ser reeleito ou merece eleger um sucessor:
- Sim, merece: 46%
- Não: 42%
- Não sabe/não respondeu: 12%
Potencial de voto e rejeição
Em termos de familiaridade e rejeição, os principais concorrentes apresentam os seguintes indicadores:
- Eduardo Braide (PSD): 57% afirmam que o conhecem e poderiam votar nele, enquanto 18% dizem que o conhecem e não votariam de jeito nenhum e 25% afirmam não conhecê-lo;
- Orleans Brandão (MDB): 37% dizem que o conhecem e votariam nele; 25% afirmaram não conhecê-lo e 38% o conhecem e não votariam nele;
- Felipe Camarão (Partido dos Trabalhadores): 19% dizem que o conhecem e votariam nele, 51% afirmam não conhecê-lo e 30% o conhecem e não votariam nele;
- Roberto Rocha (PRTB): 13% dizem que o conhecem e votariam nele, 49% afirmam não conhecê-lo e 38% o conhecem e não votariam nele;
- Dimas Cassimiro (PCO): 2% dizem que o conhecem e votariam nele, 92% afirmam não conhecê-lo e 6% o conhecem e não votariam nele;
- Saulo Arcangeli (PSTU): 2% dizem que o conhecem e votariam nele, 85% afirmam não conhecê-lo e 13% o conhecem e não votariam nele;
- André Luis (MISSÃO): 1% dizem que o conhecem e votariam nele, 92% afirmam não conhecê-lo e 7% o conhecem e não votariam nele;
- Reginaldo Lima (PCB): 1% dizem que o conhecem e votariam nele, 94% afirmam não conhecê-lo e 5% o conhecem e não votariam nele.
Dados técnicos da pesquisa
A Quaest ouviu 900 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 20 e 23 de agosto. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no TSE com os números MA-02558/2026 e BR-01389/2026.
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