Alckmin defende maioridade penal aos 16 anos para crimes graves
Alckmin defende maioridade penal de 16 anos para crimes graves e rejeita 'anistia a poderosos'

O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), defendeu nesta quinta-feira (15) a redução da maioridade penal para 16 anos em casos de crimes graves, como homicídio e latrocínio. A declaração foi feita durante entrevista coletiva antes de um encontro com empresários em Salvador.
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"Eu defendo 16 anos para crimes graves, latrocínio, homicídio, crimes contra a vida. Agora, o que não pode é querer reduzir pena para gente poderosa", afirmou.
Alckmin também defendeu a igualdade perante a lei e disse que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não interfere politicamente para favorecer pessoas. "A lógica da República é que todos são iguais perante a lei", declarou.
Ao abordar o combate ao crime organizado, o vice-presidente defendeu o endurecimento das punições e destacou a estrutura do sistema penitenciário federal. Segundo ele, quatro das cinco penitenciárias federais existentes no país foram construídas durante governos de Lula.
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"Nós vamos trabalhar muito no novo mandato e trabalhar contra o crime organizado", disse. Alckmin também citou a tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública como um avanço no enfrentamento à criminalidade.
Caso Banco Master
Alckmin mencionou ainda o caso Banco Master para defender a atuação do governo federal. Segundo ele, a instituição foi fechada e o banqueiro Daniel Vorcaro foi preso durante o governo Lula.
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"É bom lembrar que o Banco Master nasceu no governo Bolsonaro, cresceu no governo Bolsonaro. Quem fechou o banco e prendeu o banqueiro foi o governo do presidente Lula. Nós temos espírito republicano. A lei é para todos. Essa é uma segurança para a sociedade", afirmou.
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