Eleições

Datafolha AL: Renan Filho, 50%; JHC, 49%; Marina, Lira e Renan empatam pelo Senado

Pesquisa mostra Renan Filho com 50% e JHC com 49% e três nomes lado a lado na corrida pelas duas vagas ao Senado

4 min

03/10/2026 19:23 • Atualizado há 14 dias

Pesquisa Quaest encomendada pela TV Asa Branca Alagoas e divulgada neste sábado (3), véspera do primeiro turno das eleições de 2026, aponta empate técnico nas disputas pelo governo e pelo Senado em Alagoas, com Renan Filho e JHC separados por um ponto percentual e Marina JHC, Arthur Lira e Renan lado a lado na corrida pelas duas vagas.

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No cenário para o governo, considerando apenas os votos válidos, Renan Filho (MDB) aparece com 50% e JHC (PSDB) com 49%. Lenilda Luna (UP) soma 1%, enquanto Márcio Jambo (Democrata) não atinge 1%.

O levantamento ouviu 1.800 eleitores entre 2 e 3 de outubro e aplica margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. A Quaest utilizou o modelo likely voter, que projeta os resultados a partir dos eleitores com maior probabilidade de comparecer às urnas, para estimar os votos válidos.

Entre os entrevistados que já declararam intenção de voto para o governo, 86% afirmam que a escolha está definida, enquanto 14% admitem que ainda podem alterar a opção até o momento da votação.

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Marina, Lira e Renan empatados na disputa pelo Senado

Na corrida para o Senado, também com votos válidos, Marina JHC (PSDB) aparece com 29%, Arthur Lira (PP) registra 27% e Renan (MDB) tem 25%. Os três nomes estão empatados tecnicamente, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais.

Davi Davino Filho (Republicanos) e Dr. Wanderley (MDB) têm 9% cada, enquanto Mariedson (Democrata) aparece com 1% e Alexandre Fleming (UP) não pontua. Cada eleitor precisará escolher dois candidatos para o Senado neste domingo (4).

Quando a Quaest agrega as preferências para a primeira e a segunda vaga, Marina JHC (20%), Arthur Lira (19%) e Renan (17%) seguem à frente, mas os números mostram um cenário ainda aberto: 23% dos eleitores se declaram indecisos e 8% dizem que votarão em branco, nulo ou não irão votar.

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Na simulação específica da primeira vaga, Marina lidera com 28%, seguida por Renan com 23% e Arthur Lira com 17%. Para a segunda vaga, Arthur Lira aparece numericamente à frente, com 20%, enquanto Marina e Renan somam 12% cada. Em ambos os casos, a pesquisa registra percentuais expressivos de indecisos.

Alta taxa de indecisos pode alterar resultado final

Na pergunta espontânea para o Senado, em que o instituto não apresenta a lista de candidatos, 59% dos entrevistados não citam nenhum nome e são classificados como indecisos. Marina JHC e Arthur Lira têm 11% cada e Renan aparece com 10%, seguido por Davi Davino Filho e Dr. Wanderley, com 3%.

Os números indicam que o voto ainda não está totalmente consolidado na véspera da eleição. Segundo a pesquisa, 86% dos eleitores dizem que a decisão para o Senado é definitiva, mas 14% admitem que podem mudar de opção, o que, combinado ao elevado contingente de indecisos, mantém em aberto a disputa pelas duas cadeiras.

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Metodologia e registro da pesquisa

O levantamento foi realizado com 1.800 entrevistados de 16 anos ou mais, entre 2 e 3 de outubro, em todo o estado. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%, o que significa que, em cada 100 pesquisas, 95 apresentariam resultados dentro da margem de erro.

A pesquisa, registrada na Justiça Eleitoral sob o número AL-07379/2026, foi encomendada pela TV Asa Branca Alagoas e é o último levantamento da Quaest antes do primeiro turno das eleições estaduais, marcado para este domingo (4).

Como funciona uma pesquisa eleitoral

As sondagens de intenção de voto seguem critérios estatísticos para representar a composição do eleitorado nacional por renda, escolaridade, idade e região. Entender a metodologia, as amostras e o financiamento dos levantamentos é essencial para acompanhar o cenário político, sendo possível verificar como funcionam as pesquisas eleitorais e quem paga por elas.

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Como identificar pesquisas falsas

Com a proximidade do pleito, a circulação de levantamentos não registrados ou adulterados tende a aumentar nas redes sociais. Para evitar desinformação, é fundamental consultar o registro oficial no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e saber como identificar pesquisas eleitorais falsas antes de compartilhar dados sobre a disputa.

Datafolha AL: Renan Filho, 50%; JHC, 49%; Marina, Lira e Renan empatam pelo Senado