PE: João Campos lidera entre as mulheres; Raquel Lyra ganha entre os homens
Levantamento do instituto Paraná Pesquisas aponta um empate técnico na disputa pelo governo de Pernambuco, mas revela um recorte demográfico claro entre os
Levantamento do instituto Paraná Pesquisas aponta um empate técnico na disputa pelo governo de Pernambuco, mas revela um recorte demográfico claro entre os eleitores. Enquanto Raquel Lyra (PSD) tem 49,2% das intenções de voto entre homens, o cenário se inverte no eleitorado feminino, onde João Campos (PSB) registra 49%.
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No panorama geral do primeiro cenário estimulado, o ex-prefeito do Recife aparece com 45,3%, contra 44,8% da atual governadora. Historicamente, no cenário de confronto direto, Campos cresceu de 43,3% para 46,9% em relação a julho.
A análise dos dados estratificados por sexo evidencia duas frentes distintas de apoio nas eleições. No público masculino, Raquel Lyra abre vantagem numérica sobre João Campos, que atinge 40,9% neste segmento demográfico específico.
Já entre as eleitoras mulheres, o cenário se inverte favoravelmente ao candidato do PSB. João Campos lidera com 49% das intenções de voto, enquanto a atual chefe do Executivo estadual registra 41,1% das preferências neste recorte.
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Cenário geral e pelotão intermediário
Considerando a amostra total de eleitores no primeiro cenário estimulado, os dois principais candidatos configuram um empate técnico dentro da margem de erro. Os votos brancos, nulos e os eleitores que não escolheriam nenhum candidato somam 4,4%, enquanto 3,5% não souberam ou não opinaram.
O pelotão intermediário e os demais candidatos apresentam números distantes da liderança na corrida pelo Palácio do Campo das Princesas. O candidato Ivan Moraes (PSOL) atinge 1%, sendo seguido por Professora Camila (UP) e Renan Hallais (Missão), ambos registrando 0,4% da preferência.
Nas últimas posições do primeiro cenário apresentado pelo instituto, Victor Assis (PCO) marca 0,2% das intenções de voto. Na sequência, Guilherme Fonseca (PSTU) completa a lista dos nomes estimulados, aparecendo com 0,1% das citações.
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Oscilação e índice de rejeição
O levantamento também simulou um segundo cenário restrito, comparando os dados com a pesquisa anterior de julho. Neste quadro direto, João Campos passou de 43,3% para 46,9%, enquanto Raquel Lyra oscilou negativamente de 47,5% para 46%.
O índice de rejeição dos dois líderes da disputa também apresenta semelhança estatística, com os candidatos praticamente empatados. João Campos é rejeitado por 30,3% dos entrevistados, ao passo que Raquel Lyra soma 30,1% no mesmo indicador.
A pesquisa do instituto Paraná Pesquisas entrevistou 1352 eleitores presencialmente, entre os dias 27 e 29 de setembro de 2026. A margem de erro estimada é de 2,7 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE-01835/2026.
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Como funciona uma pesquisa eleitoral
As sondagens de intenção de voto seguem critérios estatísticos para representar a composição do eleitorado nacional por renda, escolaridade, idade e região. Entender a metodologia, as amostras e o financiamento dos levantamentos é essencial para acompanhar o cenário político, sendo possível verificar como funcionam as pesquisas eleitorais e quem paga por elas.
Como identificar pesquisas falsas
Com a proximidade do pleito, a circulação de levantamentos não registrados ou adulterados tende a aumentar nas redes sociais. Para evitar desinformação, é fundamental consultar o registro oficial no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e saber como identificar pesquisas eleitorais falsas antes de compartilhar dados sobre a disputa.
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